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Sinopse
O agente Matt Helm é convocado para intervir no delicado caso de seqüestro a uma nave espacial americana prestes a entrar em órbita. Para recuperá-la, Matt terá de enfrentar muitos conflitos e não ceder aos encantos de sua inimiga.
Comédia de espionagem e suspense de ficção em Technicolor da Meadway-Claude Productions Company e Columbia Pictures que foi baseado no romance homônimo de 1963, de Donald Hamilton (1916-2006). Este foi o 3° de 4 filmes da série "Matt Helm", logo após O agente secreto Matt Helm (66) e Matt Helm contra o mundo do crime (66), sendo seguido por Arma secreta contra Matt Helm (68). O longa foi parodiado em Austin Powers: 000, um agente nada discreto (97).
Este filme marcou a última vez que Matt Helm enfrentou um agente do Bureau de Governo e Ordem Internacional (também conhecido como BIG-O). Janice Rule (1931-2003) afirmou posteriormente que se arrependeu de ter participado desse filme, dizendo que foi o pior filme em que já atuou. Essa foi a última aparição de Beverly Adams como Lovey Kravezit, a secretária de Matt. Essa foi a última aparição de James Gregory (1911-2002) como MacDonald, o chefe de Matt. Este filme também apresenta uma aparição muito precoce em tela de um exoesqueleto motorizado rudimentar para levantar e arremessar barris de cerveja pesados.
Bem inferior aos primeiros filmes mas, ainda assim, divertido e despretensioso que não precisa ser levado a sério pra gostar. Talvez os jovens tenham gostado nos anos 60, mas acho que não resistiu ao teste do tempo. Um filme descontraído que nem o Dean Martin (1917-1995) conseguiu levar a sério, tentando extrair o máximo de piadas sexuais possível de cada situação. Algumas poucas e boas cenas de ação, apesar dos efeitos especiais serem bem risíveis.
Mais do mesmo, tem boas idéias, execuções nem tanto. Vale a pena pelo humor canastrão e as cenas de comédia pastelão que tem seu valor. Mas confesso que foi díficil de chegar ao final desse. Parecia que o filme tinha mais tempo, do que realmente tem. A história não te prende...
Este 3o filme da série de pseudo-espionagem protagonizada por Dean Martin deveria ser oficializado como sinônimo de CAFONA! É a única palavra que consegue definir este festival de absurdos...
Terceira aventura do agente Matt Helm, a resposta dos Estados Unidos ao britânico James Bond. Se bem que ele está mais próximo do Austin Powers do que do James Bond ...
Como de costume o mulherengo Matt Helm está cercado de belas mulheres, que nos créditos constam como "slaygirls" (é o equivalente das bond girls). Só que os brotos de biquínis e shortinhos somem logo deixando espaço apenas para a coprotagonista e a latina Francesca.
Há poucas cenas de ação e a eu achei a história inferior a do filme seguinte - Arma Secreta contra Matt Helm - que ainda tem o bônus de contar com a presença da Sharon Tate.
Comédia de espionagem e suspense de ficção em Technicolor da Meadway-Claude Productions Company e Columbia Pictures que foi baseado no romance homônimo de 1963, de Donald Hamilton (1916-2006). Este foi o 3° de 4 filmes da série "Matt Helm", logo após O agente secreto Matt Helm (66) e Matt Helm contra o mundo do crime (66), sendo seguido por Arma secreta contra Matt Helm (68). O longa foi parodiado em Austin Powers: 000, um agente nada discreto (97).
Este filme marcou a última vez que Matt Helm enfrentou um agente do Bureau de Governo e Ordem Internacional (também conhecido como BIG-O). Janice Rule (1931-2003) afirmou posteriormente que se arrependeu de ter participado desse filme, dizendo que foi o pior filme em que já atuou. Essa foi a última aparição de Beverly Adams como Lovey Kravezit, a secretária de Matt. Essa foi a última aparição de James Gregory (1911-2002) como MacDonald, o chefe de Matt. Este filme também apresenta uma aparição muito precoce em tela de um exoesqueleto motorizado rudimentar para levantar e arremessar barris de cerveja pesados.
Bem inferior aos primeiros filmes mas, ainda assim, divertido e despretensioso que não precisa ser levado a sério pra gostar. Talvez os jovens tenham gostado nos anos 60, mas acho que não resistiu ao teste do tempo. Um filme descontraído que nem o Dean Martin (1917-1995) conseguiu levar a sério, tentando extrair o máximo de piadas sexuais possível de cada situação. Algumas poucas e boas cenas de ação, apesar dos efeitos especiais serem bem risíveis.
Mais do mesmo, tem boas idéias, execuções nem tanto. Vale a pena pelo humor canastrão e as cenas de comédia pastelão que tem seu valor. Mas confesso que foi díficil de chegar ao final desse. Parecia que o filme tinha mais tempo, do que realmente tem. A história não te prende...
Assistido em 27/02/2025
Este 3o filme da série de pseudo-espionagem protagonizada por Dean Martin deveria ser oficializado como sinônimo de CAFONA! É a única palavra que consegue definir este festival de absurdos...
Assisti em 15/05/1979, terça, no canal 12 (hoje RBS ou Globo), em Coruja Colorida.
Terceira aventura do agente Matt Helm, a resposta dos Estados Unidos ao britânico James Bond. Se bem que ele está mais próximo do Austin Powers do que do James Bond ...
Como de costume o mulherengo Matt Helm está cercado de belas mulheres, que nos créditos constam como "slaygirls" (é o equivalente das bond girls). Só que os brotos de biquínis e shortinhos somem logo deixando espaço apenas para a coprotagonista e a latina Francesca.
Há poucas cenas de ação e a eu achei a história inferior a do filme seguinte - Arma Secreta contra Matt Helm - que ainda tem o bônus de contar com a presença da Sharon Tate.