Filme canastrão! "A Joia do Nilo" é uma continuação muito fraca e muito abaixo do ruim, para o clássico "Tudo Por uma Esmeralda".
Mesmo com a volta do trio, Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito, o filme do Lewis Teague, não consegue chegar ao um torrão de terra, se comparado com seu antecessor.
A história é fraca, os personagens estão totalmente fora de sintonia, os diálogos são horríveis, a direção do Lewis Teague é totalmente perdida e a produção o longa, parece que foi fazer um filme para TV, em vez de cinema.
Joan, agora uma autora de sucesso, vive em crise com seu namorido, e vida pelo mundo com o barco dele. Nessas viagens ela tenta conciliar sua agenda, com a viajando dele, que em vez de distrair, acaba desgastando mais a relação. Numa recepção do seu livro, ela encontra Omar (Spiros Focás), um ministro presidente de um pais no Oriente Médio, que faz um convite pra ela viajar para documentar a sua posse.
Chegando no lugar, a coisa muda, o país é dessas repúblicas em guerra civil, com um ditador no governo e um povo oprimido, que luta por liberdade e pela libertação de um homem santo. E quando Joan descobre que tudo foi um golpe, já é tarde demais. Ela esta presa, e sendo obrigada a fazer que o Maduro da vez, quer.
Enquanto isso Jack Colton (MichaelDouglas) e Ralph (Danny DeVito), vira uma dupla improvável. Um em busca da companheira e o outro procurando a tal joia. Eles acham se unindo com os rebeldes e conhece toda a história é os paranauê que acontece.
As cenas são muito mal produzidas, os cenários são mal feitos, a caracterização dos personagens lembra episódios dos Trapalhões, e os momentos do filme, são alarmantes, se comparados com o clássico primeiro filme.
A tal Joia do Nilo, é um desastre, acho que o Roque Santeiro, fazia uns milagres mais convincentes que ele. O personagem em si (Avner Eisenberg), é uma mistura de John Lennon, com rabino e vendedor de tapete. É um horror, mas o filme, como todos os filmes ruins da década de 80, acabam divertindo de um jeito ou de outro, e com esse "Joia do Nilo", não foi diferente.
Você aperta o botão do foda-se no peito, e abraça as trapalhas do Danny DeVito, com o Michael Douglas, que esta a anos luz do Jack Colton colombiano. A dupla faz trapalhadas de dar vergonha, como roubar um avião e sair pela ruas, metendo chumbo no exército enquanto tentam fugir com a tal joia.
O trio se junta a Joan, e os rebeldes, para tentar num evento cheio de efeitos especiais, impedir ditador, tomar o país de vez. Mas é uma bagunça. Misturando show de efeitos, com tiros, bombas, armadilhas e revolução, o filme de Lewis Teague, vira uma farra de Sessão de Tarde, que a gente assitia e nem ligava pra nada.
O final então, o homem joia passa até pelo fogo, sorrindo e estendendo a mão, como esses pastor da pandemia. E depois no Happy End, casando finalmente Jack e Joan no fim.
"A Joia do Nilo", não é pra se levar a sério, é um filme pra assistir, sem imaginar que ele e é a sequência do "Tudo Por uma Esmeralda". O filme é ruim, mas acaba sendo bom, distraindo a gente com as trapalhadas de as cenas confusas que algum maluco imaginou pro filme.
Jack e Joan, não estiveram aqui, eles viveram felizes em Nova York, viajando pelo mundo no barco do Jack.
03.01.2004
Tem Alguns Spoliers...
Filme canastrão! "A Joia do Nilo" é uma continuação muito fraca e muito abaixo do ruim, para o clássico "Tudo Por uma Esmeralda".
Mesmo com a volta do trio, Michael Douglas, Kathleen Turner e Danny DeVito, o filme do Lewis Teague, não consegue chegar ao um torrão de terra, se comparado com seu antecessor.
A história é fraca, os personagens estão totalmente fora de sintonia, os diálogos são horríveis, a direção do Lewis Teague é totalmente perdida e a produção o longa, parece que foi fazer um filme para TV, em vez de cinema.
Joan, agora uma autora de sucesso, vive em crise com seu namorido, e vida pelo mundo com o barco dele. Nessas viagens ela tenta conciliar sua agenda, com a viajando dele, que em vez de distrair, acaba desgastando mais a relação. Numa recepção do seu livro, ela encontra Omar (Spiros Focás), um ministro presidente de um pais no Oriente Médio, que faz um convite pra ela viajar para documentar a sua posse.
Chegando no lugar, a coisa muda, o país é dessas repúblicas em guerra civil, com um ditador no governo e um povo oprimido, que luta por liberdade e pela libertação de um homem santo. E quando Joan descobre que tudo foi um golpe, já é tarde demais. Ela esta presa, e sendo obrigada a fazer que o Maduro da vez, quer.
Enquanto isso Jack Colton (MichaelDouglas) e Ralph (Danny DeVito), vira uma dupla improvável. Um em busca da companheira e o outro procurando a tal joia. Eles acham se unindo com os rebeldes e conhece toda a história é os paranauê que acontece.
As cenas são muito mal produzidas, os cenários são mal feitos, a caracterização dos personagens lembra episódios dos Trapalhões, e os momentos do filme, são alarmantes, se comparados com o clássico primeiro filme.
A tal Joia do Nilo, é um desastre, acho que o Roque Santeiro, fazia uns milagres mais convincentes que ele. O personagem em si (Avner Eisenberg), é uma mistura de John Lennon, com rabino e vendedor de tapete. É um horror, mas o filme, como todos os filmes ruins da década de 80, acabam divertindo de um jeito ou de outro, e com esse "Joia do Nilo", não foi diferente.
Você aperta o botão do foda-se no peito, e abraça as trapalhas do Danny DeVito, com o Michael Douglas,
que esta a anos luz do Jack Colton colombiano. A dupla faz trapalhadas de dar vergonha, como roubar um avião e sair pela ruas, metendo chumbo no exército enquanto tentam fugir com a tal joia.
O trio se junta a Joan, e os rebeldes, para tentar num evento cheio de efeitos especiais, impedir ditador, tomar o país de vez. Mas é uma bagunça. Misturando show de efeitos, com tiros, bombas, armadilhas e revolução, o filme de Lewis Teague, vira uma farra de Sessão de Tarde, que a gente assitia e nem ligava pra nada.
O final então, o homem joia passa até pelo fogo, sorrindo e estendendo a mão, como esses pastor da pandemia. E depois no Happy End, casando finalmente Jack e Joan no fim.
"A Joia do Nilo", não é pra se levar a sério, é um filme pra assistir, sem imaginar que ele e é a sequência do "Tudo Por uma Esmeralda". O filme é ruim, mas acaba sendo bom, distraindo a gente com as trapalhadas de as cenas confusas que algum maluco imaginou pro filme.
Jack e Joan, não estiveram aqui, eles viveram felizes em Nova York, viajando pelo mundo no barco do Jack.
Pronto! Falei!
12.12.1988
17.12.1986
29.08.1986