Emily Boynton, madrasta dos três filhos Boynton e mãe de Ginevra, chantageia o advogado da família, Jefferson Cope, em destruir um segundo testamento de seu falecido marido, que teria libertado os filhos de sua influência dominadora. Ela leva os filhos de férias para a Europa e Terra Santa. Em Jerusalém, Hercule Poirot se encontra com uma amiga, a Dra. King, que se apaixona de Raymond Boynton à desaprovação de Emily. Lady Westholme, sua secretária Miss Quinton e Cope estão presentes também. Os filhos descobrem sobre o testamento e Emily consegue causar muito ódio em relação a ela. Em uma escavação, todos se distanciam do acampamento e Emily é encontrada morta ... envenenada. Poirot investiga ..
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Gostei muito desta adaptação de Agatha Christie, de modo que o ritmo narrativo é mui dinâmico e convidativo. O cunho investimento já próximo do o final trazendo a tona a investigação de Hercule Poirot . O elenco é ótimo e a emblemática trilha oitentista regado à metais posta logo na introdução do filme assinada por Pino Donaggio dá o tom do filme. Grata surpresa!
Adaptação competente de Agatha Christie, mas muito longe do brilhantismo de "Morte No Nilo". Como sempre é Ustinov como Poirot (apoiado por um elenco classe-A) que sustenta o filme!
Produzido pela Cannon, “Encontro marcado com a morte” é mais um interessante filme de mistério baseado na obra da ‘Rainha do Crime’ Agatha Christie. Premiado com dois Oscars, o veterano ator Peter Ustinov retorna ao papel do investigador Hercule Poirot, com seu longo bigode e suas piadinhas – foi seu último papel como Poirot, ele o interpretou em “Morte sobre o Nilo” (1978) e “Assassinato num dia de sol” (1982), e em três telefilmes nos anos 80. O roteirista britânico Anthony Shaffer também volta a adaptar Agatha - ele havia feito todos os outros do Poirot citados acima, incluindo o melhor filme de todos, a primeira versão de “Assassinato no expresso Oriente” (1974), demonstrando uma mão exata para histórias intrigantes de crime – são dele ainda os imperdíveis “Frenesi” (1972) e “Jogo mortal” (1972).
Dessa vez a trama é na exótica Jerusalém, passando em pontos turísticos como o Mar Morto, e há um crime a desvendar envolvendo o envenenamento de uma senhora chantagista, herdeira de bens e odiada por muitos.
Como sempre o elenco é grandioso, com astros e estrelas de outrora: Lauren Bacall, Carrie Fisher, John Gielgud, Piper Laurie e Hayley Mills são alguns dos nomes que realçam a qualidade da fita, uma produção caprichada, rodada em Israel, Itália e Reino Unido.
Do diretor Michael Winner, das fitas policiais “Assassino a preço fixo” (1972), “Scorpio” (1973) e “Desejo de matar” (1974) e do terror “A sentinela dos malditos” (1977).
Integra o box “Agatha Christie – volume 4”, lançado em DVD pela Obras-primas do Cinema, contendo ainda o longa para cinema “Dez convites para a morte” (1989, conhecido como “O caso dos dez negrinhos”) e o telefilme “Um passe de mágica” (1985).
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Sou fã de Agatha Christie. Tenho dificuldades em gostar das filmagens de seus romances porque os diretores, como é natural, fazem adaptação da estória. Até aí tudo bem! Só que o roteiro normalmente é comprometido e a ideia original da autora se perde inteiramente. Foi o caso desse "Encontro Marcado com a Morte".
Bom retorno de Poirot ao cinema, aproveitando o evidente aumento de orçamento para trabalhar melhor as locações, elenco e edição, em relação aos filmes para a TV.