Biografia do saxofonista de free-jazz Kaoru Abe e de sua mulher, a escritora marginal Izumi Suzuki. O filme retrata o relacionamento conturbado e auto-destrutivo que levou a morte prematura do casal.
Filme subestimadíssimo, como a obra do próprio Kaoru. O excelente uso da trilha sonora é exatamente o que o relato da vida de um grande músico demanda. Realmente tocante, em muitos níveis.
Excelente! Filme honesto, mínimo, crú e extremamente triste sobre a vida, e principalmente, sobre o violento relacionamento entre Kaoru Abe e Izumi Suzuki. No filme, que em seus pouco mais de 100 minutos oscila entre melancolia e tristeza, Kaoru é retratado como o saxofonista atormentado e drogado que era sem apelar para sensacionalismos e psicologismos gratuitos (infelizmente muito comuns em filmes biográficos) além de ser muito bem interpretado pelo também musico Kou Machida (vocalista da banda punk japonesa "Inu") que conseguiu emular a aparência, trejeitos e sobretudo o jeito de tocar sax de Kaoru. Além disso o filme entrega ótimas performances musicais de Free Jazz e a participação ilustre de um dos ícones da musica experimental japonesa (e mundial) Keiji Haino e sua banda Fushitsusha. Pontualmente, o filme ainda traz boas reflexões sobre o Free Jazz, arte e sobre o contexto político japonês dos anos 70.
Filme subestimadíssimo, como a obra do próprio Kaoru. O excelente uso da trilha sonora é exatamente o que o relato da vida de um grande músico demanda. Realmente tocante, em muitos níveis.
Excelente! Filme honesto, mínimo, crú e extremamente triste sobre a vida, e principalmente, sobre o violento relacionamento entre Kaoru Abe e Izumi Suzuki. No filme, que em seus pouco mais de 100 minutos oscila entre melancolia e tristeza, Kaoru é retratado como o saxofonista atormentado e drogado que era sem apelar para sensacionalismos e psicologismos gratuitos (infelizmente muito comuns em filmes biográficos) além de ser muito bem interpretado pelo também musico Kou Machida (vocalista da banda punk japonesa "Inu") que conseguiu emular a aparência, trejeitos e sobretudo o jeito de tocar sax de Kaoru. Além disso o filme entrega ótimas performances musicais de Free Jazz e a participação ilustre de um dos ícones da musica experimental japonesa (e mundial) Keiji Haino e sua banda Fushitsusha. Pontualmente, o filme ainda traz boas reflexões sobre o Free Jazz, arte e sobre o contexto político japonês dos anos 70.