imagens muito bem filmadas e acerta na escolha da trilha sonora. o tema a ser retratado que não desce bem. os engenhos são bonitos de se ver, mas remetem a momentos terríveis de exploração e maus tratos. ainda bem que não são mais usados
Há duas reações possíveis aqui: uma de desconfiança quanto à extrema romantização latifundiária; outra, concernente ao brilhantismo dos enquadramentos, à beleza insigne da fotografia e ao encanto atrelado à musicalidade do curta-metragem. Seria muita ingenuidade aderir à segunda reação sem pensar na primeira e nas conseqüências políticas dessa escolha espectatorial, mas também não há como não ficar hipnotizado pela maestria dessa obra. Humberto Mauro é um gênio, um esteta! (WPC>)
Humberto Mauro, cineasta do Sul de Minas, entusiasta da modernidade nos seus principais longa-metragens, realiza, nesse belíssimo curta, uma ode nostálgica, como numa espécie de retorno ao lar.
imagens muito bem filmadas e acerta na escolha da trilha sonora. o tema a ser retratado que não desce bem. os engenhos são bonitos de se ver, mas remetem a momentos terríveis de exploração e maus tratos. ainda bem que não são mais usados
O desfecho é idêntico ao de Carro de Bois.
Filme 098/2024
Visto em 01/06/24
Há duas reações possíveis aqui: uma de desconfiança quanto à extrema romantização latifundiária; outra, concernente ao brilhantismo dos enquadramentos, à beleza insigne da fotografia e ao encanto atrelado à musicalidade do curta-metragem. Seria muita ingenuidade aderir à segunda reação sem pensar na primeira e nas conseqüências políticas dessa escolha espectatorial, mas também não há como não ficar hipnotizado pela maestria dessa obra. Humberto Mauro é um gênio, um esteta! (WPC>)
Humberto Mauro, cineasta do Sul de Minas, entusiasta da modernidade nos seus principais longa-metragens, realiza, nesse belíssimo curta, uma ode nostálgica, como numa espécie de retorno ao lar.
A narrativa dá a entender que o curta mais parece um ode ao progresso.
Não creio que tenha sido a intenção...