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Duração
Na pequena cidade de Abalurdes, Edgar Wilson trabalha como recolhedor de animais mortos nas estradas para mantê-las funcionando. Junto dele, o colega de profissão Tomás, ex-padre excomungado que distribui extrema unção aos seres moribundos que cruzam seu caminho, e sua chefe Nete — com quem Edgar tem um relacionamento e um desejo de fugir de Abalurdes. Ao redor deles, o mundo parece dar sinais de que um arrebatamento final se aproxima.
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Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita
Uma pena que o interessante livro de Ana Paula Maia tenha virado uma mixórdia sem pé nem cabeça. Uma decepção nessa chatíssima adaptação de uma das minhas escritoras preferidas. Decepcionante, pra dizer o mínimo...
Um elenco de peso não faz milagre com um
Roteiro de centavos… pq sinceramente que história sem pé nem cabeça, chata e cansativa… salva se a boa direção e o elenco competente , mas não deu… perdi o interesse ainda no começo.
Gente do céu é um dos piores filmes que eu já vi na minha vida eu nem consegui terminar como que Selton e Marjorie estão nessa bomba eu tô nervouser
facilmente o pior filme nacional que eu já vi na minha vida. quer dizer, eu nunca vi pornochanchada, mas vou chutar que é melhor que esse lixo porque pelo menos deve ser coerente com o que se propõe.
esse filme não tem coerência, não tem sentido, não tem absolutamente nada de aproveitável. as atuações são ruins, os efeitos são ruins, o roteiro é ruim...
"Enterre seus mortos" deveria ser baseado em um livro da Ana Paula Maia, não em conto do Lovecraft! o Selton Mello está atuando de maneira idêntica ao Lourenço de "O cheiro do ralo", também baseado em um livro, mas do Lourenço Mutarelli. prova de que apesar de famoso ele é um ator medíocre, que não evoluiu nada em quase 20 anos. A diferença é que "O cheiro do ralo" é uma boa adaptação do livro em que se baseia, coisa que esse filme não é.
eu não teria suportado essas 2 horas se não estivesse bebendo e rindo da vergonha alheia que é esse filme.
A produção brasileira, dirigida por Marco Dutra e baseada no livro de Ana Paula Maia, abre com uma cena tensa e impactante que prepara o terreno para uma trama intrigante. Infelizmente, as expectativas criadas não são atendidas.
O longa acerta em pontos técnicos específicos. A ambientação e a fotografia constroem uma atmosfera tensa e paranoica eficiente, enquanto o uso de gore se mostra realista e sem rodeios. A figura enigmática de Tomás é outro ponto positivo. Mas o filme peca em praticamente todo o resto e insere temáticas com tão pouco embasamento que a obra sequer entra no âmbito interpretativo. Conceitos promissores são apresentados sem nenhum desenvolvimento consistente.
Selton Mello entrega uma atuação extremamente contida. Embora esteja em concordância com a natureza de Edgar Wilson, o desempenho resulta em algo monótono e constante durante toda a projeção. Marjorie Estiano oferece um trabalho apenas correto, dentro do que lhe é pedido. Já Danilo Grangheia apresenta uma interpretação extremamente interessante; deixa sempre a sensação de que precisamos saber mais sobre seu personagem, tomando o protagonismo para si mesmo sendo escrito como coadjuvante.
A trama sobre a seita apocalíptica é interessante, mas não possui desenvolvimento. O que ocorre de fato na cidade nunca fica minimamente claro. A intenção de criar mistério foi longe demais, deixando apenas perguntas sem espaço para teorias. Sentimos, o tempo todo, um esforço para emular uma atmosfera lovecraftiana com inspirações em David Lynch, mas tudo fica apenas na tentativa.
Eu queria ter gostado mais deste filme, pois ele promete muito. Infelizmente, a execução e o roteiro impedem que ele se torne o destaque que o terror brasileiro merecia.