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Sinopse
No século 17, jovem revela-se uma aventureira. Seduzida e apaixonada por um lorde, Amber viverá momentos de dureza e fausto, será coberta de presentes, de angústia e prazer.
Pelo que prometia no início eu esperava bem mais dessa produção. A protagonista começa a história como uma personagem forte e determinada, disposta a se vingar de quem a desprezou, mas acaba se revelando uma mulher que por amor a um homem que não demonstra nenhum sentimento por ela é capaz dos atos mais inconsequentes. Só a beleza de Linda Darnell para compensar tamanha contradição em uma personagem como a dela. É um filme artisticamente bem realizado e com algumas boas sequências dramáticas, mas o caráter inconstante da protagonista tornou a história menos interessante do que poderia ser e o seu tempo de duração parece mais longo do que realmente é.
Um ótimo Melodrama Romântico de época com toques de Aventura. Preminger estava em grande fase e tem total controle narrativo (se bem que a cena em que a protagonista foge dos soldados é nada convincente!). Linda está muito bem como a ambiciosa (anti)heroína que não mede esforços prá atingir suas ambições e Wilde aparece até pouco ,mas bem, como o Conde.Outro destaque é o sempre charmoso e sardônico Sanders como Rei Carlos.
Aventura dramática indicada ao Oscar de melhor trilha sonora de drama ou comédia. O diretor John M. Stahl (1886-1950) foi substituído após mais de 1 mês de filmagens e não foi creditado. Sua trama é baseada num livro de Kathleen Winsor, que conta a paixão de uma mulher por um homem que não a merece. Embora não seja tão extraordinária, a direção de Otto Preminger (1905-1986) se mostra bastante segura, bastante clássica e e fotografia em cores de Leon Shamroy é outro quesito que merece ser destacado. É um bom filme, com ação, drama e história e romance, apesar da longa duração.
Em 1660, na Inglaterra, a bela, jovem e ambiciosa Amber St. Clair, uma garota do campo, anseia por chegar à nobreza. Para conseguir isso, ela não hesita em usar sua beleza. Maridos, amantes, prisão e um caso com o Rei Charles II formam os altos e baixos de suas aventuras. Entretanto, o único amor de sua vida, Bruce Carlton, não sai de seus pensamentos. O enredo ainda envolve um triângulo amoroso.
Linda Darnell é o foco centra desse filme. Com um rosto que parece brilhar nas telas, é impossível se focar em algo além dela durante o filme. Ela é muito talentosa e nesse filme mostra suas habilidades, porém o visual tão perfeito dela às vezes atrapalha de acreditar que ela foi
Isso me incomodou até que bastante. Mas o ruim mesmo do filme é a falta de química de Darnell com Cornel Wilde. Não achava que isso era possível, mas ela têm mais química com
do que com ele. De resto, para fãs da Linda, esse filme deve ser assistido. Ela está esplêndida e faz você torcer por uma personagem tão polêmica! Assista de uma vez, sim?
Junto com "O que matou por amor" e "Sangue e areia" são os meus filmes preferidos com a minha amada Linda Darnell. No entanto, neste filme ela está mais talentosa, linda e madura do que nunca, o filme inteiro é dela e feito somente para ela, é perfeito em tudo.
Pelo que prometia no início eu esperava bem mais dessa produção. A protagonista começa a história como uma personagem forte e determinada, disposta a se vingar de quem a desprezou, mas acaba se revelando uma mulher que por amor a um homem que não demonstra nenhum sentimento por ela é capaz dos atos mais inconsequentes. Só a beleza de Linda Darnell para compensar tamanha contradição em uma personagem como a dela. É um filme artisticamente bem realizado e com algumas boas sequências dramáticas, mas o caráter inconstante da protagonista tornou a história menos interessante do que poderia ser e o seu tempo de duração parece mais longo do que realmente é.
Um ótimo Melodrama Romântico de época com toques de Aventura. Preminger estava em grande fase e tem total controle narrativo (se bem que a cena em que a protagonista foge dos soldados é nada convincente!). Linda está muito bem como a ambiciosa (anti)heroína que não mede esforços prá atingir suas ambições e Wilde aparece até pouco ,mas bem, como o Conde.Outro destaque é o sempre charmoso e sardônico Sanders como Rei Carlos.
Aventura dramática indicada ao Oscar de melhor trilha sonora de drama ou comédia. O diretor John M. Stahl (1886-1950) foi substituído após mais de 1 mês de filmagens e não foi creditado. Sua trama é baseada num livro de Kathleen Winsor, que conta a paixão de uma mulher por um homem que não a merece. Embora não seja tão extraordinária, a direção de Otto Preminger (1905-1986) se mostra bastante segura, bastante clássica e e fotografia em cores de Leon Shamroy é outro quesito que merece ser destacado. É um bom filme, com ação, drama e história e romance, apesar da longa duração.
Em 1660, na Inglaterra, a bela, jovem e ambiciosa Amber St. Clair, uma garota do campo, anseia por chegar à nobreza. Para conseguir isso, ela não hesita em usar sua beleza. Maridos, amantes, prisão e um caso com o Rei Charles II formam os altos e baixos de suas aventuras. Entretanto, o único amor de sua vida, Bruce Carlton, não sai de seus pensamentos. O enredo ainda envolve um triângulo amoroso.
Linda Darnell é o foco centra desse filme. Com um rosto que parece brilhar nas telas, é impossível se focar em algo além dela durante o filme. Ela é muito talentosa e nesse filme mostra suas habilidades, porém o visual tão perfeito dela às vezes atrapalha de acreditar que ela foi
presa e até já teve um filho.
Mas o ruim mesmo do filme é a falta de química de Darnell com Cornel Wilde. Não achava que isso era possível, mas ela têm mais química com
o rei
De resto, para fãs da Linda, esse filme deve ser assistido. Ela está esplêndida e faz você torcer por uma personagem tão polêmica! Assista de uma vez, sim?
Junto com "O que matou por amor" e "Sangue e areia" são os meus filmes preferidos com a minha amada Linda Darnell. No entanto, neste filme ela está mais talentosa, linda e madura do que nunca, o filme inteiro é dela e feito somente para ela, é perfeito em tudo.