Schuyler (Kirk Douglas) é um detetive esquentando que acredita que os bandidos são tratados com muito mais respeito do que merecem. Schuyler é contratado por um proeminente advogado chamado Fredericks (Eli Wallach) para ser guarda-costa de sua cliente Rena (Sylva Koscina) a qual está sendo acusada de matar o marido junto com seu namorado, Schuyler, porém, passa a se ver envolvido pela beleza de Rena e logo percebe que ela está sendo perseguida pelo verdadeiro assassino, fazendo de tudo para protegê-la.
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Tenta pegar carona no estilo 'policial neo-noir' de "Harper: O Caçador De Aventuras" (1966), mas o roteiro mal-ajambrado (parece uma costura mal-feita de duas histórias sem relação entre si) prejudica a coisa toda... Só Douglas e Wallach se salvam, com heróicas performances bem acima do que o material merece. A trilha sonora também é péssima!
Com seu alter-ego nas nuvens, seu charme e carisma (Kirk Douglas com charme irresistível) salva boa parte deste filme dirigido por David Lowell Rich. Seria um "filme qualquer" se não tivesse o Kirk Douglas no elenco. Seu personagem é um barato. No mais, vemos um estória sem muitas novidades e uma Sylva Koscina emprestando algum charme.
Drama de mistério policial neo noir em Technicolor da Universal Pictures. O filme foi notável por 2 atores coadjuvantes: Martyn Green (1899-1975), especialista de longa data em Gilbert e Sullivan, ator/cantor/diretor da D'Oyly Carte Opera Company, que fez uma rara aparição no cinema.
O diretor David Lowell Rich (1920-2001) era um cineasta especializado em realizar filmes para a TV ou episódios de seriados na maior parte de seus trabalhos. Poucos foram os filmes feitos para o cinema em sua carreira. Kirk Douglas (1916-2020) não estava em seus melhores dias. Estréia no cinema de Ali MacGraw. Destaques para o eterno coadjuvante Eli Wallach (1915-2014) e para a beleza deslumbrante da iugoslava Sylva Koscina (1933-1994), além da gracinha Sharon Farrell.
O enredo é improvável e previsível em várias sequências. Um elenco adequado e uma direção certeira ajudam a encobrir algumas das fraquezas do roteiro, mesmo que por poucos momentos de ação ou tensão na trama. O cantor Jackie Wilson (1934-1984) entregou a música-título "A lovely way to die" durante os créditos de abertura deste mediano filme de assassinato.
Eis aqui a prova de que não é porque no elenco há excelentes atores, como Kirk Douglas e Eli Wallach, que o filme é bom, ao contrário, esse aqui é extremamente chato.