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No início da II Guerra Mundial, Katie O'Hara uma americana que pretende subir na vida, casa com o Barão austríaco Von Luber.
Pat O'Toole, um repórter de rádio americano, aproveita a ocasião para investigar Von Luber que é suspeito de ter ligações com os nazistas. No momento em que a guerra entra em ascenção, O'Toole persegue O'Hara em sua lua-de- mel pela Europa. Ao princípio pretende apenas uma história, no entanto ele se apaixona.
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Comédia dramática romântica de guerra, aventura e mistério em preto e branco da RKO Radio Pictures indicado ao Oscar de melhor mixagem de som. Também conhecido como "Era uma vez uma lua-de-mel", esta história começa em 1938, em Viena, na Áustria. Além deste filme, o experiente diretor Leo McCarey (1896-1969) dirigiu Cary Grant (1904-1986) em Cupido é moleque teimoso (37) e Tarde demais para esquecer (57). Grant apareceu com Ginger Rogers (1911-1995) em O inventor da mocidade (52).
Cary Grant achou o roteiro uma porcaria, mas concordou em fazer o filme porque havia sido condenado por supostamente se esquivar do recrutamento tanto no Reino Unido quanto nos EUA. Lançado no 1° ano da Segunda Guerra Mundial nos EUA, este é um dos primeiros filmes de Hollywood a realmente mencionar a palavra "judeu" e a lidar com o problema dos refugiados. O 1° filme americano do austro-húngaro Walter Slezak (1902-1983).
Estou impressionado com o quão bem eles situaram uma comédia romântica dentro da história da expansão nazista na Europa. Me faz pensar em como você transforma qualquer situação opressiva em humor, embora seja mais um drama tenso dos horrores da guerra do que o pouco de alívio cômico inserido na trama.
Válido pra quem é fã de Cary Grant e Ginger Rogers, os dois estão fascinantes juntos! acredito q o público pra este filme é só esse mesmo... já q o roteiro não é dos melhores. a tentativa de unir tragédia e comédia, pelo o menos aqui, não deu muito certo.