Um jovem procura por pessoas que somente ele pode enxergar, passeando pelas ruas da cidade de Paris, na França. Certo dia, uma jovem o reconhece, de sua vida anterior a esta. Fica a dúvida se ela é uma pessoa que está viva ou morta.
Prata-Viva (Espírito Vivente) - França - 2019 - visto no dia 11.02.21 Gostei muito da história mas tive dificuldades em acompanhar seu andamento, ritmo. É um filme arrastado, tem cenas lentas, chatas de acompanhar. Mas no geral, em suma maioria, o filme compensa ver mesmo com partes meio confusas mas no final com muita reflexão você consegue compreender certos conceitos da obra. Aqui traz uma reflexão sobre a vida espiritual e material, e que amor pode ir além da vida material (carnal), se tornando algo mais espiritual com um profundo significado. Penso que o protagonista Juste é o significado do conceito do espiritismo:
O espírito abandona o corpo (a forma material), meio confuso do que está naquela condição, e tentando ver espíritos que ele mesmo pode ver, seres que ele pode ver, ajudando-os na angustia e na memória deles para passagem da vida.
Diferente não? Esteticamente o filme é lindo, bem espirituoso, filosófico mas se perde em alguns pontos no decorrer da história. Tem cenas desconexas, perdem o foco, tem a lentidão que é uma característica da obra, mas as vezes se torna maçante, então é um roteiro em ritmo irregular, meio difícil de acompanhar. Precisa-se de esforço pois é um filme longo. Mas a experiência vale a pena: é um filme delicado, sutil, sensível, bonito mesmo com irregularidade de andamento e da história, tem a filosofia de vida, espiritual, e seus conceitos com perispírito que liga o corpo material ao espiritual de acordo com a religião/filosofia de Alan Kardec. Recomendo. O elenco entregou bem o que foi proposto. Nota: 6,5
Na teoria espiritualista há estudos e discussões sobre a existência de um 'fio de prata' que liga o corpo físico ao espiritual. O fio de prata (perispírito) só se romperia com a morte. Por essa teoria, durante o período do sono natural, nosso espírito continua ligado ao corpo pelo fio de prata, mas pode se projetar e interagir com outros no mundo astral.
"Prata Viva" (Vif-argent), que aqui aparece com o estranho título "Espírito Vivente", foi escrito e dirigido por Stéphane Batut. É uma espécie de fábula romântica espectral entre Juste (Thimotée Robart) e Ágathe (Judith Chemla), reafirmando que as almas se pertencem e que o amor pode transcender a materialidade. Mesmo com as interações oníricas calientes, o filme é fraquinho.
Prata-Viva (Espírito Vivente) - França - 2019 - visto no dia 11.02.21
Gostei muito da história mas tive dificuldades em acompanhar seu andamento, ritmo. É um filme arrastado, tem cenas lentas, chatas de acompanhar. Mas no geral, em suma maioria, o filme compensa ver mesmo com partes meio confusas mas no final com muita reflexão você consegue compreender certos conceitos da obra. Aqui traz uma reflexão sobre a vida espiritual e material, e que amor pode ir além da vida material (carnal), se tornando algo mais espiritual com um profundo significado. Penso que o protagonista Juste é o significado do conceito do espiritismo:
O espírito abandona o corpo (a forma material), meio confuso do que está naquela condição, e tentando ver espíritos que ele mesmo pode ver, seres que ele pode ver, ajudando-os na angustia e na memória deles para passagem da vida.
repente aparece a bonita, simpática, Agathe que é uma mulher que o reconhece, pois eles se conheceram na vida anterior de
relação entre um fantasma e uma humana.
Nota: 6,5
Nossa... Que lindo...
Achei o filme bem confuso .. Não gostei ..
Achei meio confuso e em alguns momentos incompreensivel, a bicicleta rodando sozinha por exemplo.
Na teoria espiritualista há estudos e discussões sobre a existência de um 'fio de prata' que liga o corpo físico ao espiritual. O fio de prata (perispírito) só se romperia com a morte. Por essa teoria, durante o período do sono natural, nosso espírito continua ligado ao corpo pelo fio de prata, mas pode se projetar e interagir com outros no mundo astral.
"Prata Viva" (Vif-argent), que aqui aparece com o estranho título "Espírito Vivente", foi escrito e dirigido por Stéphane Batut. É uma espécie de fábula romântica espectral entre Juste (Thimotée Robart) e Ágathe (Judith Chemla), reafirmando que as almas se pertencem e que o amor pode transcender a materialidade.
Mesmo com as interações oníricas calientes, o filme é fraquinho.