Filme baseado em uma história real que trata de vitórias adversas e também da questão do preconceito racial em uma época difícil nos Estados Unidos, ainda mais no conservador estado do Texas, sempre relacionado a ideais racistas de direita. Em 1966, Don Hanskins (Josh Lucas de Lar, Doce Lar), um técnico branco de basquete, começa a procurar talentos para formar um time. Ele não está preocupado com a cor da pele de seus jogadores, mas sim com o quanto eles podem render em quadra.Dessa forma, convoca sete garotos negros e 5 brancos para montar seu time.Em uma acirrada disputa pela liga amadora, ele mostra que seu time tem qualidades dentro das quadras (ao derrotar os principais adversários) e fora dela (ao saber lidar com o terrível preconceito local). Assim, eles vão enfrentando juntos algumas dificuldades e superando todas, até chegar à grande final e se tornar o primeiro time do estado a ganhar o campeonato com apenas garotos negros como titulares. A produção conta com boas atuações e uma recreação fiel do episódio, além de mostrar uma história de superação de limites e do orgulho de se conquistar o respeito pelo que se é acima de qualquer outra coisa.
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Marília Mendonça: Sentimento Louco
e se vulgo trilhar a " estrada do sucesso " outrora pode vir a dispor de seus percalcos urbanos, tanto os previsiveis, assim como aqueles cujo dificultariam quaisquer cotidiano que grupamentos populacionais ou individuos homo sapiens isolados poderiam superar em seu respectivos momentos, quiçá quando nao seriam exatamente apenas o empenho dos envolvidos cujo dependeria se o sucesso ou fracasso dos objetivos propostos propiamente ditos, no que em se tratando de um periodo escravista ideologico, racista, e por consequencia de brancos e negros estarem em lados opostos, ao inves de compartilharem ideais comuns, em especial quando no ambito do sucesso junto ao desporto esportivo, muito seria claro que todos sem excessão deveriam trabalhar juntos, e nao dificultar ao maximo a uniao tendo o desporto como ferramenta eficaz muito utilizada com sabedoria pelo " treinador " JOSH LUCAS conforme exposto por este EXCELENTE Longa metragem ha exatos 19 anos, pois afinal de contas senhoras e senhores, alem de DANEM SE opiniões divergentes, ao inves de " muros ", melhor construirem se " pontes", quando o mundo envolta assim como todos mais se BENEFICIARIAM, embora pouco provavel que mesmo se tal evolução comportamental o existisse no segregado estados unidos do inicio do seculo XX, no que NÃO EXISTIA, certamente pouco resultado pratico ocorreria, se e´que porventura ou nao me entendem, resumindo a quem interessar ou nao possa bem ? aqui a verdadeira e mais iimportante VITORIA seria a dos DIREITOS CIVIS, pois este CAMPEONATO sim, o seria lembrado para VIDA, diferente de outros os quais sequer o TROFEU talvez o seja LEMBRADO no futuro, e fim de papo. " Gloristicamente " NOTA 10.00.
GLORY ROAD
Direção: James Gartner
Ano: 2006
Assistido em: 25/01/2025
Hollywood ama fazer filmes sobre seus grandes esportistas e suas grandes histórias, e por aí vai. Alguns, como é o caso de Glory Road, até recebem um certo crédito porque possuem um fundo histórico importante, como a questão do combate ao racismo no sul dos Estados Unidos durante a década de 1960. Entretanto, mesmo trazendo uma base muito interessante, não posso negar que o filme poderia ter sido muito mais impactante do que foi.
Em 1966, o treinador Don Haskins toma a decisão histórica de montar a primeira equipe titular composta inteiramente por jogadores negros no campeonato universitário dos Estados Unidos. Apesar do preconceito e dos desafios enfrentados dentro e fora das quadras, o time superou as adversidades para disputar o título nacional, marcando um momento decisivo na luta contra o racismo no esporte.
Glory Road tem uma história interessante, mas com uma execução bastante falha. É um filme morno, sem graça, que não traz nada de revolucionário ou memorável. A base da história é boa, mas mal explorada. No fim das contas, ele não se diferencia de outros títulos do Disney Channel sobre equipes que superam adversidades.
O elenco é liderado por Josh Lucas, que faz um bom trabalho no papel, mas, convenhamos, não acredito que os personagens reais que inspiraram a história sejam tão pouco interessantes ao ponto de originarem personagens tão blasé quanto o que vemos em cena.
Não estou diminuindo a história da equipe nem a importância que tiveram para o esporte, mas a impressão que tive ao terminar o filme foi que, se ele tivesse sido produzido como um documentário, teria sido muito mais interessante. Seria mais produtivo ver as pessoas reais contando suas histórias do que assistir a representações que, honestamente, foram bastante insossas.
WINNING CHANGES EVERTHING, ou " vencer muda tudo ", quão desejo aliado a realidade utopica com relação ao passado racial yanke no ambito de seu atual presente idem tambem pouco NÃO segregado diga se passagem, tendo em vista que tal unica digamos alteração ocorrida junto a convivencia de caucasoides brancos junto a negroides oriundos de sua miscigenada população etnica diga se passagem, encontra se de que apesar de não mais o preconceito o ser praticado de forma legal junto as regras pasmem constitucionais do propio pais, como ate o fim dos anos 70 assim o podiam, que contudo evitar que a hostilidade motivada por questões fisicas pigmentarias, tambem " conhecidas " como cor da pele não predomine junto a maioria das integrações urbanas ? isto o ocorre deste sempre, anterior ou posterior a guerra civil americana, se e´que porventura ou nao me entendem, contudo a quem interessar ou nao possa, bem como DANEM SE opiniões divergentes, tal esta sim verdadeira " gloria " alcançada por este EXCELENTE longa metragem pautado no incentivo a conciencia humana, apesar do cunho roteiristico esportivo, tambem pauta SEMPRE classica a este tipo de entretenimento cinematografico serio aliado a informativo ao mesmo tempo ha exatos 18 anos, está em conceder sua pequena no entanto EXTIMADA contribuição em prol de " tirar " tal "cegueira" ESTUPIDA que por obstante ainda impede que pessoas enxerguem outras logico enquanto não provem o contrario, por seu CARATER ILIBADO, e não por DETALHES irrelevantes a contento, resumindo a quem interessar ou nao possa, que esta tal digamos " estrada " traria a " gloria desportiva " dos acima supracitados sem distinções ou excessões , ? " pode ser que sim, pode ser que nao, no entanto o mais correto e´" quem sabe ?, contudo a " gloria " do pensamento racional acima de tudo ? " VENCEDOR " com honras ao merito, e fim de papo. " Gloria Estradisticamente " NOTA 10.00.
muito bom,,,um dos melhores filmes sobre basquete
Este filme da Disney é apenas uma produção morna, assistível, mas definitivamente não é nada bom.