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Data de lançamento
6 Dez. 2010Duração
Baseado em história real, o filme conta a inusitada trajetória do boxeador Mickey Ward (Wahlberg) até o título mundial dos pesos-leves. Ao seu lado, o irmão Dickie Eklund (Bale), um ex-lutador que se transforma em treinador e quase perde a vida para as drogas e o crime. Amy Adams vive Charlene, garçonete de bar durona que namora o personagem de Wahlberg. Melissa Leo é Alice, a mãe dos irmãos boxeadores.
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Que família bagunçada 😀
Mark Wahlberg como sempre um show de interpretação, mas Christian Bale, novamente, se superando. Nessa adaptação ele praticamente faz dois papéis. Sensacional.
Baseado numa história real, esse é mais um daqueles filmes envolvendo esporte e superação que, apesar de já sabermos do desfecho feliz, o longa avança desde o início numa atmosfera suja e deprimente, tendo Christian Bale no papel de um ex-boxeador viciado em crack, papel esse que lhe rendeu um Oscar. Bale rouba a cena - apesar de não ser o protagonista - entregando seus trejeitos convincentes de um viciado, mas ao mesmo tempo, focado em ser o treinador de seu irmão que está prestes a disputar uma luta. Não chega a ser um dos melhores filmes de lutadores, mas em meio a dramas, intrigas, humor bem dosado e a excelente atuação de Christian Bale, o resultado final acaba sendo bem positivo.
• PrimeVideo
*Dica: Touro Indomável (1980)
Uma história de superação, emocionante, envolvente porém em alguns momentos eu desconectava da trama. Christian Bale roubou o protagonismo do Mark Wahlberg, mas ambos tem ótimas atuações. Eu adorei a trilha sonora e as cenas de luta. É o filme com a melhor direção do David O. Russell. O grande vencedor é o Dickie Eklund. Não sei se o Bale ganhou o Oscar por essa atuação, mas merecia muito. Meu lado emocional me fez dar 4,0 estrelas.
O retrato da família americana.
Christian Bale merecia um Oscar.
O filme retrata a trajetória real dos irmãos boxeadores Dicky e Micky Eklund. Dicky ficou conhecido como "O Orgulho de Lowell" após lutar contra o famoso Sugar Ray Leonard em 18 de julho de 1978. Mesmo tendo perdido a luta Dicky passou o resto da vida se gabando por conta de um escorregão que Sugar Ray teve durante o 9º round.
Como drama de boxe o filme é envolvente, segue a velha fórmula ao mostrar decadência e redenção no estilo "Rocky", já vista diversas outras vezes.
O problema é que a direção não se decide entre qual história focar. A história do viciado Dick é mais interessante pelo carisma natural do personagem, que é mostrado como um fracassado de bom coração. A exibição na cadeia do documentário que ele havia gravado é comovente e sem dúvidas a melhor parte do filme, mostrando o fundo do poço e impotência do personagem.
O enredo do irmão Micky é menos interessante, por trazer uma história muito genérica de superação no boxe e sem o mesmo peso dramático da vida do irmão. As sequências das lutas não são tão realistas quanto visto em outros filmes mais conhecidos do gênero. A única luta mais bem produzida e empolgante é a última, contra Shea Neary na disputa pelo título dos meio-médios.
Então apesar de ter alguns bons momentos e uma excelente sintonia na atuação (tanto na parte dramática quanto na cômica) da dupla Mark Wahlberg e Christian Bale, é um filme bastante superestimado.
Falando em Mark Wahlberg, este filme foi a realização de um sonho pessoal do ator, que também é de Boston e era fã do Micky Ward desde sua juventude.