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Duração
Elisabete viveu sua infância com seus pais na paradisíaca praia de Tabatinga, no nordeste do Brasil. Distante do contato com outras crianças, tinha em Daniela sua única amiga. Devido a um misterioso trauma, Elisabete abandona o seu lar e nunca mais permanece em um só lugar. Uma escolha com óbvias consequências e, aos trinta anos, Elisabete anseia por uma identidade. Ela não se sente confortável em sua própria pele, uma estrangeira em seu mundo.
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Intrigante; eu sempre utilizo esta expressão quando o filme me toca e eu não consigo racionalizar muito, ou nada...
é um filme pra poucos. extremamente contemplativo.
fotografia, edição de som e trilha sonora excelentes!
a maior parte do elenco, jovem. mesmo assim traz boas atuações.
é um mergulho no litoral nordestino. uma imersão nos conflitos da personagem, tendo a natureza como pano de fundo.
é cinema paraibano, é nacional, é independente, e foi feito por meio de financiamento coletivo... não é à toa que foi premiado em alguns festivais.
é um filmaço sobre Saudade!!
Eu fiquei muito tocada com a sonoplastia, a fotografia é impecável, a introdução me lembrou de Viajo por que preciso, volto porque te amo (a voz do cara até parece com a de Irandhir, meu pai); As cenas dela na praia me lembraram Elena (de Petra Costa), com as divagações e as músicas de fundo.
Por mais que o roteiro deixe pontas soltas e de eu concordar que colocar um pouco mais das conclusões da protagonista diante das vivências viria muito a calhar com densidade afetiva no filme, algumas falas (monólogos e diálogos) me emocionaram bastante.
num vou mentir
eu não entendi
Pretensiosamente chato.
Melancólico-e-monocórdio.
Quase um clique do Sebastião Salgado só que sem intensidade, sem pulsação.. bons registros... só!