A família Ayres, que vive numa grande mansão na Inglaterra no período pós-guerra, chama o Dr. Faraday (Domhnall Gleeson), um respeitado médico da região, para atendê-los em casa. No entanto, o médico acaba descobrindo grandes segredos da família que não deveriam ter sido revelados.
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Gostei disso não...
- Festival de Dublin 2018: Seleção Oficial;
- Baseado no romance de Sarah Waters;
- Will Poulter passava de 4 a 5 horas, antes de cada filmagem, na maquiagem, e levava mais de uma hora para retirar todos os protéticos;
Começou legal, aí ficou chato, aí melhorou um pouco, aí piorou muito. E aí terminou. Com certeza não gostei, não veria de novo. Porém, contudo, todavia, no entanto, dá pra ver que tinha uma proposta interessante ali e que em algum momento de produção do roteiro - quem sabe na edição também - se perdeu e virou só uma montanha de acontecimentos numa casa abandonada pelo tempo. Acontecimentos que não avançam para o terror e nem são o suficiente para segurar o suspense que supostamente paira por aquelas terras. O drama também é parco e mal desenvolvido, não consegui torcer pelo casal e nem para seus indivíduos.
Pretendo ler o livro e descobrir o que a autora desenvolveu, para saber se já era algo difícil de se adaptar ou se algo se perdeu no processo.
Apesar das boas atuações e da produção ok, o filme é muito sonolento. Roteiro entrega tudo de mão beijada, não dá chance pro suspense. Uma pena.
Diferente de algumas críticas que li, o filme me prendeu muito do início ao fim. As atuações do elenco e a ambientação estão ótimas. Até pesquisei a respeito da história para compreender melhor o "terror psicológico" que guia a narrativa do ponto de vista de um narrador não confiável. Mas acho que não é exatamente terror a classificação adequada para o filme.
A ideia de que o fantasma infantil dele era o responsável por todos os acontecimentos trágicos foi uma das reviravoltas que mais me impressionou.