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Data de lançamento
3 Nov. 1976Duração
A quieta e sensível adolescente Carrie White (Sissy Spacek) enfrenta insultos dos colegas na escola e abuso em casa de sua mãe, uma fanática religiosa. Quando estranhos acontecimentos começam a acontecer em torno de Carrie, ela começa a suspeitar que tem poderes sobrenaturais. Convidada para o baile da escola pelo popular Tommy Ross (William Katt), Carrie tenta relaxar, mas as coisas tomam um rumo sombrio e violento.
Baseado no romance homônimo de Stephen King.
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Um clássico absoluto que transcende o gênero do terror. Mais do que um filme de horror sobrenatural, a obra é um retrato doloroso, cruel e extremamente atual sobre o impacto do bullying, do isolamento social e do fanatismo religioso extremo. A construção da tensão é impecável, nos fazendo lamentar pela protagonista ao mesmo tempo em que tememos o seu despertar. O clímax do baile de formatura é uma das sequências mais icônicas e visualmente viscerais da história do cinema.
“Carrie” (1976) é muito mais do que um filme de terror tradicional; é uma tragédia shakespeariana moderna sobre a crueldade humana e os perigos de silenciar e oprimir o diferente. Brian De Palma capturou a essência da obra de Stephen King e a elevou a uma obra-prima atemporal que continua tão dolorosa, relevante e assustadora quanto no dia de seu lançamento.
Comentários como esse abaixo mostram a mente dos jovens de hoje são manipuladas, crescem assistindo essa besteiras do cinema atual e o cérebro derrete.
Achar a versão de 2013 superior é incompreensível. Ela é limpa, previsível e quase adolescente perto do original. O Carrie de 1976 é cru, claustrofóbico e genuinamente aterrorizante. Tem sangue, tem ódio, tem desespero. Tem a Sissy Spacek transformando uma menina quebrada em algo devastador e a Piper Laurie entregando uma das mães mais perturbadoras do cinema.
O remake tenta ser “moderno” e perde exatamente o que fazia o filme de De Palma ser inesquecível: a sensação de que aquilo é sujo, injusto e irreversível. 1976 é terror de verdade. 2013 é só uma versão domesticada.
Continuo preferindo a versão de 2013, com a Cloe e a Juliane e como adaptação prefiro o filme de 2002. Em todos os filmes adaptados do livro, a professora passa uma ideia de boazinha, mas é uma falsa compaixão.
Aqui, achei a atriz escolhida bem velha para o papel e também não achei necessária aquela cena de nudez de adolescente no início do filme, algo corrigido nas outras versões.
as violências contra Carrie foram o terror do filme :(