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Data de lançamento
27 Fev. 2020Duração
Presa numa relação violenta e controladora com um cientista brilhante, Cecilia Kass escapa na calada da noite e desaparece, escondendo-se junto com sua irmã, seu amigo de infância e a filha adolescente dele. Mas quando seu ex abusivo comete suicídio e lhe deixa uma generosa parte da fortuna, Cecilia começa a suspeitar que a morte foi forjada.
À medida que uma série de coincidências arrepiantes se tornam muito letais, ameaçando a vida daqueles que ela ama, a sanidade de Cecilia começa a enganá-la – e ela desesperadamente tenta provar que está sendo caçada por alguém que ninguém pode ver.
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È um filme que apesar de ser bem previsível, um tanto clichê , tem um roteiro muito bem traçado , muito bem feito , uma direção muito boa! Tem momentos de suspense muito bons, o filme vai mudando de rumo , vai ficando mais interessante , e o final é surpreendente , apesar de ter coisas inverossímeis ,mas mesmo assim um bom filme ,muito bem contato ,. Muito bem tramado, Eizabeth Moss está muito bem! e a fotografia é muito boa!! , a cena inicial daquela casa no meio dos rochedos é simplesmente deslumbrante!!
É incrível a metáfora desse filme em relação ao relacionamento tóxico o controle Total e Hipervigilância que muitas mulheres Sofre mesmo após "escapar" fisicamente do parceiro, Cecilia continua refém do medo, sofrendo com o cerceamento de suas escolhas, vestimentas, falas e pensamentos. A invisibilidade do vilão representa a sensação perpétua de estar sendo vigiada, o filme usa a premissa de um monstro clássico da ficção científica para retratar a violência psicológica e a masculinidade tóxica de um relacionamento abusivo.
Elogiaram tanto esse filme… acho que minhas expectativas estavam altas. É bom, não é nada surpreendente.<br/><br/>Sobre o início do filme;<br/>
Os primeiros 35 min de filme são cansativos. Arrastados... Da vontade de parar o filme e ir fazer outra coisa
Cenas de suspense só começam a ficar interessantes e causar angústia pro volta de 1h de filme (quando ela acha o celular no sótão).<br/><br/>/ Fora a protagonista, os demais personagens são chatos, mal desenvolvidos.<br/> / As cenas de luta da protagonista com o homen invisível me fizeram soltar boas risadas…<br/><br/> / E por fim, o final foi bem sem graça, não digo pela ideia de vingança - isso achei bom. Digo pela direção de arte, música, troca de câmeras durante essa cena. Mas não dava para esperar muito, já que todo o filme foi fraco nesse sentido.
Achei o final mais ou menos
Que filme tosco. Tentaram fazer uma releitura para o romance clássico de H.G. Wells de 1897 mas o resultado é de dar vergonha.
A premissa idiota depende que se acredite que não existam câmeras de segurança em nenhum dos mais variados locais onde os ataques do homem invisível acontecem.
Qualquer câmera facilmente confirmaria que a mulher não estava louca e encerraria o assunto. Mas convenientemente o único momento onde uma câmera de vigilância aparece é no desfecho quando o vilão é "suicidado" pela vítima....
Mas a cena mais patética é quando a mulher joga tinta sobre o traje e o cara de forma mágica consegue limpar rapidamente e continuar invisível. Qual a lógica disso?
Típico filme que trata o público como otário. Mais um lixo da safra #MeToo...