Policial que prefere trabalhar sozinho e que tem um fraco por mulheres bonitas, tem seu melhor amigo assassinado e parte para a vingança, deixando sua secretária e o chefe de polícia desesperados. Filme que deu origem ao seriado 'Mike Hammer'.
Eu Sou a Lei foi exibido nas noites globais pelo menos me lembro das chamadas televisivas na adolescência. É aquele filme de ação policial-investigativo com um policial boa pinta e mulherengo (Amand Assante parecidíssimo com Fábio Jr. E mui charmoso). O enredo é clichê; Policial investiga a morte de um amigo e vai descobrindo uma teia de mentiras num esquema milionário. O elenco parece se divertir com o enredo policialesco e Armand Assante está muito a vontade em seu papel, inclusive, nas cenas de sexo. Aliás, o apelo sexual aqui é intenso e espontâneo, hoje dificilmente este filme seria exibido na TV aberta se não fosse um horário adequado e a violência contra a mulher é naturalizada por personagens extremamente machistas, inclusive o protagonista. É apenas uma diversão escapista, deste filme que foi exibido na TV aberta aos borbotões. Divertido!
O filme não tem nada demais, e não se leva a sério na maioria dos momentos. É repleto de cenas galhofas, mas tem um bom protagonista e também é cheio de lances divertidos. Acredito que merecia ser mais conhecido.
Protagonista cativante com seu deboche sarcástico e marrento. Tira sarro da cara da morte em todas a situação perigosa, resolvendo problemas inteligentemente. Um filme cheio de tetinhas, vaginas peludas, machismo escancarado mas zuado, e um humor ácido muito bom. Gostei bastante, reveria e até colecionaria, mas não é nenhuma obra-prima de ação, é só interessante.
Versão Mike Hammer do ínicio dos anos 80, com estilo dos seriados da tv americana dos 70, só que com nudez e mais sangue. É um Hammer de um metro e meio feito pelo canastrão Armand Assante, cheio de exageros narrativos, com uma trama inconsistente e mal dirigida. Para secos como eu, vale pela bela nudez da deliciosa Barbara Carrera.
Eu Sou a Lei foi exibido nas noites globais pelo menos me lembro das chamadas televisivas na adolescência. É aquele filme de ação policial-investigativo com um policial boa pinta e mulherengo (Amand Assante parecidíssimo com Fábio Jr. E mui charmoso). O enredo é clichê; Policial investiga a morte de um amigo e vai descobrindo uma teia de mentiras num esquema milionário. O elenco parece se divertir com o enredo policialesco e Armand Assante está muito a vontade em seu papel, inclusive, nas cenas de sexo. Aliás, o apelo sexual aqui é intenso e espontâneo, hoje dificilmente este filme seria exibido na TV aberta se não fosse um horário adequado e a violência contra a mulher é naturalizada por personagens extremamente machistas, inclusive o protagonista. É apenas uma diversão escapista, deste filme que foi exibido na TV aberta aos borbotões. Divertido!
O filme não tem nada demais, e não se leva a sério na maioria dos momentos. É repleto de cenas galhofas, mas tem um bom protagonista e também é cheio de lances divertidos. Acredito que merecia ser mais conhecido.
Protagonista cativante com seu deboche sarcástico e marrento. Tira sarro da cara da morte em todas a situação perigosa, resolvendo problemas inteligentemente. Um filme cheio de tetinhas, vaginas peludas, machismo escancarado mas zuado, e um humor ácido muito bom. Gostei bastante, reveria e até colecionaria, mas não é nenhuma obra-prima de ação, é só interessante.
Versão Mike Hammer do ínicio dos anos 80, com estilo dos seriados da tv americana dos 70, só que com nudez e mais sangue. É um Hammer de um metro e meio feito pelo canastrão Armand Assante, cheio de exageros narrativos, com uma trama inconsistente e mal dirigida. Para secos como eu, vale pela bela nudez da deliciosa Barbara Carrera.
muito legal esse filme...