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Data de lançamento
10 Julho 2026Duração
Após a perda do marido, uma mulher busca consolo com os sogros em sua casa de família isolada. À medida que, um a um, eles são transformados em Deadites — transformando o encontro em uma reunião familiar saída do inferno — ela descobre que os votos que fez em vida continuam… mesmo na morte.
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Antes de dizer qualquer coisa sobre esse filme, preciso deixar claro que o problema sou eu! Eu que ando muito fraca pra filmes de terror muito pesados, principalmente os com muito gore. Alias, nunca curti, mas tb nunca deixei de assistir.
Sou fã da franquia, adoro evil dead. Mas a proposta dos antigos era completamente outra, os filmes beiravam a comédia mas não tinham pretensão de ser outra coisa, então eram maravilhosos. Já achei super chocante o de 2013, aí essa semana eu assisti o Evil Dead Rise e meu comentário foi exatamente o mesmo: não desgosto do filme, mas é muito gore.
Eu sei que a proposta é essa, que o filme super entrega o que o público que gosta disso quer e me recuso a dizer que o filme seja ruim. Só tô achando que não é pra mim mesmo e tudo bem.
A história é boa: Alice perde o marido e vai ficar com a família dele numa casa isolada, e eles acham o livro amaldiçoado da franquia. Achei boa a ideia dos votos de casamento valerem mesmo depois da morte e achei legal a família toda ir sendo tomada. Um por um.
Eu não podia deixar de conferir o sexto filme da franquia, mas esse é bem, bem, beeeeem nojento. Nojento mesmo. Passa do ponto, quando vc não aguenta mais sentir aflição e agonia, começa a parte do nojo, em várias cenas.
Tive que desviar o olho várias vezes, pq me senti muito incomodada mesmo. E olha que amo terror, mas não consegui me conectar por inteiro porque eu tava mais preocupada em não passar mal do que com o drama da protagonista. Mas volto a dizer, apenas não é pra mim. O filme não é ruim.
Se vc estiver fraco pra terror, como eu, pula. Se vc ama um gore e quer ver uma reunião familiar literalmente do inferno, vai amar.
O bom feijão com arroz e ovo, problema é que no anterior a gente tinha comido um PF completo.
Eu gostei bastante desse. Não esperava que fosse gostar mais que o anterior! Achei a produção muito boa. Destaque para a longa cena de um shot só, muito bem feita!
Horror, horror, horror... Diante de filmes ultrajantes como este, infelizmente conseguimos entender o porquê de o fascismo estar instaurando-se de maneira célere e destrutiva pelo mundo: aqui, o fiapo de trama serve apenas como sub-pretexto para que pessoas (ás vezes, desconhecidas) sejam torturadas diante da tela, de modo que, antes que conheçamos os personagens centrais, anzóis rasgam os olhos de alguém, um rio coze os peixes e um mergulhador forçado, etc. Quando a narrativa se estabelece, esta vem acompanhada de um sobejo de teleologia que não convence, relacionada a minúcias da maldição que assola aquela família, e que converte-se numa justificativa canhestra para o machismo estrutural. É tudo exagerado, mas destinado ao gozo sádico do espectador, descumprindo uma cláusula pétrea do terror, que é a abordagem discursiva de como lidaríamos com a ausência de moral, na urgência pela sobrevivência. Para além de toda a minha insatisfação discursiva, o ritmo do filme é ruim, a duração é fraca, os movimentos de câmera são exibicionistas e desnecessários, o encadeamento roteirístico é canhestro, tudo neste filme só confirma e apregoa o pior da humanidade, enquanto torcida, enquanto projeto de malevolência. Horroroso em âmbito colossal - e ainda tem uma seqüência absolutamente insuportável de assassinato canino, glupt! (WPC>)
Esse é muito fraco comparado aos dois anteriores. Enquanto eu gostei bastante dos personagens de "Ascenção", esses personagens daqui são péssimos. E aquele moleque frouxo insuportável que eu torci pra morrer engasgado com a própria saliva cada vez que abria a boca? A história também é chatinha (se é que podemos dizer que tinha história né). Nem mesmo o exagero no gore pra chamar atenção, não deu certo. Eu não me importava com nada nem ninguém e acho que nem o roteiro se importava e só colocava eles para sofrerem de um jeito diferente a cada cena.