O Prof. Nijinski é um cientista que quer a qualquer custo restaurar a beleza de sua desfigurada esposa. Auxiliado por um ajudante corcunda, ele sequestra jovens moças do vilarejo próximo para poder tirar seus rostos e transplantá-los para a própria esposa.
Assisti depois de ter visto "Olhos sem rosto" de 1960 e é difícil evitar a comparação já que o fime francês é praticamente a produção definitiva sobre o quase sub-gênero "filmes de transplante facial".
Klaus Kinski, com sua cara de maníaco, tem uma performance até contida o que aparenta ser mais um certo desinteresse em atuar, do que propriamente uma opção de atuação.
Uma ambientação criativa o laboratório do Prof. Nijinski (Kinski) com seus tubos borbulhantes naquele tom exagerado e fake de vermelho sangue e as cenas de cirurgia, que embora excessiva e desnecessarimanente longas, tem efeitos impressionantes.
Uma cena de sexo inútil e apelativa entre várias cenas desnecessárias e Kinski com uma sequência final constrangedora em que agoniza enquanto declama um monólogo interminável.
Infelizmente o belíssimo e poético "Olhos sem rosto" pode ter sido a inspiração de um filme ruim como esse.
Inspirado em Les Yeux sans Visage 1960 , com o desvairado e talentoso Klaus Kinski e belo elenco feminino .
Vale pelo clima, por KK e pela cara da mulher sem pele! Final fraco, infelizmente!
A história não é nova, o ambiente que tinha tudo pra ser legal, não é. Podia ser mais sinistro, quase tudo é filmado durante o dia, mas ainda vale pela presença do Klaus Kinski, mesmo ele estando bem contido em cena.
A trama não é das mais originais, pois desde "Os Olhos Sem Rosto"(1959), o tema envolvendo deformação que resulta em cirurgia plástica tem sido recorrente na cinematografia mundial... No entanto, o desenvolvimento da narrativa até que não é ruim. Merecem destaque a presença do "malucaço" de carteirinha, Klaus Kinski e também as belas atrizes que aparecem no decorrer da história...