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Um marido farrista deixa a esposa só em casa no dia do aniversário de seu casamento. O criado, condoído com a tristeza da esposa, imagina um plano para ajudá-la a reconquistar o marido: esposa e criado fingem um adultério e, chamado à casa por um bilhete anônimo denunciando a pretensa traição da esposa, o marido acredita na farsa. Louco de ciúmes, prepara-se para matar os amantes quando o criado lhe conta a verdade. Regenerado com a lição, marido e mulher fazem as pazes e trocam carinhos. Filmagens na Avenida Paulista, em frente ao Trianon e Parque Siqueira Campos.
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O cinema incipiente do Brasil é um verdadeiro baú esquecido por gerações (cinéfilos ou não), embora haja muita coisa bacana e valorosa sedenta por ser (re)descoberta. Como este singelo curta-metragem, então silencioso, que traz um pequeno pedido de moralidade e bons costumes aos homens boêmios do início do século XX. Com interessantes tomadas externas e uma iluminação caprichosa dos interiores, os apenas 06 minutos de filme conseguem estabelecer uma tenra relação entre história e espectador sem apelar pra teatralidade estabanada dos atores, alicerçados pelos sucintos interlúdios de palavras e alguns estratégicos closes do diretor paulista, ícone da era muda da cinematografia nacional. Uma graciosa obra que não pode se perder no tempo.
gente, mas eu me diverti tanto assistindo esse curta kkkkk
Primeiro filme de José Medina, e ele já mostra uma qualidade técnica impressionante.
caraca! 1919! acho que é o filme brasileiro mais antigo que já assisti. adorei o mordomo abusado. a mulher merecia coisa melhor
Nesse período as mulheres começaram a poder expressar suas opiniões que até então eram proibidas, e isso pode ser visto no filme, apesar dos ideais de uma organização social patrimonialista e patriarcal presentes.