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O músico Zano (Romain Duris) propõe à sua amante Naïma (Lubna Azabal) que ambos façam uma viagem até a Argélia, país de onde seus pais emigraram décadas atrás. Eles atravessam a França e a Espanha até que, tomados por um forte sentimento de liberdade, abandonam-se aos ritmos sensuais da Andaluzia. De um encontro a outro, eles cruzam o Mediterrâneo e terminam a viagem com a promessa da descoberta de si mesmos.
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É sempre delicado voltar a um dos filmes favoritos, sobremaneira impactante em contatos anteriores: será que, noutras condições de apreensão e adesão sociopsicanalítica, gestaríamos menos da obra? Não responderei. De minha parte, sou obcecado por revisões, e a minha paixão por este filme é intensa. Amo as canções, as interpretações (Lubna Azabal, eu te amo), as contradições eventuais de percurso (enquanto autocrítica da própria esquerda), absolutamente tudo. Amei e continuo amando. Minha mãe reclamou que não entendeu direito, mas eu sou obcecado: já quero voltar a assisti-lo! (WPC>)
Estou tendo dificuldade em achar o filme, alguém pode me passar um link para assisti-lo? :)
Lubna Azabal novinha e encantadora. Mais um grande filme com a fórmula cultural e musical de Gatlif.
Aquela cena do que me parece uma espécie de ritual sufi é sensorial e libertadora. Quase entrei em transe também. Incrível!
Daora! Obrigada Gatlif
Sentimento de liberdade e transcendência. Tony Gatlif é assim, um diretor diferenciado. Filme completamente louco, assim como seus personagens que transmitem em nós, diversos sentimentos em conflito. Viajar sem dinheiro, como andarilhos, conviver com ciganos, a música que excita, a poesia. É sensorial por demais e não incomoda, ao contrário, fascina.