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A vida e suas contradições, a ideia de (in)comunicação em família, paixões passadas, a euforia juvenil e outros sentimentos tão comuns a vida humana.
Talvez esse seja o ''problema'' com esse Cinema mais ''rotineiro'', muitos cinéfilos não estão habituados com um enredo não linear, com uma linguagem sutil e reflexiva.
Película extremamente doce que não foi feita para que você assista em um dia banal.
Posso morrer bem agora, quero ser livre, mas preciso dar liberdade também. As borboletas, aqui têm um significado importante, a própria liberdade, porém, também vejo uma doçura por parte da figura infantil, a criança e sua curiosidade, o desprender-se da realidade, dos sentimentos, sentidos.
É de um realismo maravilhoso. A psicodelia, a mistura entre realidade e sonho é visualmente saboroso.
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hahahaha que nada oxe
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A cada episódio assistido era um sentimento de dor, inquietação e angústia que se formava sobre mim. A intensidade e a profundidade que The Leftovers tem para retratar questões de ordem filosófica, religiosa/espiritual e emocional de forma extremamente delicada e singular.
No final, a única coisa que resta é dor, e através dela, continuar (tentando) existir.