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Duração
1974. Dvir (Tomer Steinhof) está prestes a completar 13 anos, quando deverá ter seu Bar Mitzvah. Ele mora em um kibutz, em Israel, juntamente com sua mãe Miri (Ronit Yudkevitz) e o irmão mais velho. Miri é frágil e mentalmente instável, o que faz com Dvir faça o melhor para ajudá-la no pouco tempo que tem para ficar ao seu lado.
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Quando criança e ouvia falar sobre os Kibutz , na minha inocência, eu imaginava tratar-se de uma irmandade, ou propriamente , uma confraria. Quando, muito mais tarde, ouvi de novo a palavra Kibutz eu comecei entender que a sua formação deveu-se principalmente por pessoas refugiados da 2ª guerra e ideólogos em busca de um novo Estado. Este ótimo filme procura mostrar , que mesmo com um estatuto aprovado por todos, foi inevitável o descontentamento de alguns e a convivência nos campos tornaram-se, na época, um "saco de gatos".
Filmes lindos assim ficam perdidos em meio a tantos outros. Com certeza quase ninguém o conhece e quase ninguém o viu. Ele apresenta a história de uma comunidade israelita coletiva chamada kibutz que vive segregada de outras pessoas. O pano de fundo é a história do pequeno Dvir, que como explica a sinopse, precisa ajudar a frágil e mentalmente instável Miri, sua mãe. O filme ainda apresenta outros personagens inusitados que juntos formam uma história dramática e doentia. Para ver e nunca mais se esquecer.
Acho que esses 10 minutos de duração está errado. São aproximadamente 90'
Gosto muito quando o cinema nos proporciona a chance de aprender novas culturas e hábitos pelo mundo afora. Exuberante Deserto é destes. Além de ainda ser um filme iluminado tem uma trilha sonora lindíssima!
Realmente é um exuberante deserto mesmo: nunca vi tanta chuva como nesse kibutz, putz! Gostaria de saber o que significa o título original. pois esse brasileiro não tá com nada. Também poderia se chamar Deu a Louca no Kibutz, porque ali pouca gente parece normal - davam aula de sexo (muito mal dada por sinal, tanto que a garota até vomita depois da aula) mas um cara transava com uma vaca e não queria que sua cachorrinha transasse, e a personagem Miri uma tremenda chata cachaceira - tem loucos que nos comovem, divertem, produzem compaixão, mas essa tal a gente torce pra que desapareça logo. Nem os filhos aguentaram e se mandaram desse kibutz muito doido. Que poderia ser um filme um pouco melhor se podasse certos exageros e se centrasse mais no drama do filho e muito menos no daquela vaca maluca, sua mãe.