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Data de lançamento
14 Nov. 2017Duração
1950: a década mais mortal na história da Fórmula 1. Conforme os carros testavam os limites da ingenuidade humana, os motoristas sobreviviam na ponta da faca entre a vida e a morte. "La Dolce Vita" durante a semana e "Cara ou Coroa" para saber se sobreviveriam ao final de semana. No centro de tudo, Enzo Ferrari, um homem que ousou sonhar com a velocidade de uma maneira como ninguém mais sonhou, além de ser o maestro de todo um time de corredores
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Documentário muito bem feito, com relatos e imagens históricas que mostram o quão perigoso era o automobilismo. Para todos aqueles que curtem esporte a motor, esse filme é imperdível.
Um documentário muito bom...Gostei.
Um grande documentário britânico para quem gosta de corridas de carro, com 100% de resgate histórico em fotos e vídeos antigos da Scuderia Ferrari competindo na Fórmula 1. Mostra a trajetória da equipe com foco nos anos 50, apelidado de “A década mais mortal da História do Automobilismo”, uma época marcada por tragédias nas pistas do mundo inteiro - logo no início do filme vemos o pior desastre automobilístico já registrado, ocorrido em junho de 1955 no torneio das 24 Horas de Le Mans, quando um efeito cascata culminou com carros explodindo e partes dos motores voando até as arquibancadas; morreram 83 espectadores e o piloto francês Pierre Levegh, além de ter deixado 120 pessoas feridas. Desse triste fato muito comentado na época surgem outros para recontar as façanhas de pilotos que morreram defendo a Ferrari, como Eugenio Castellotti (1930-1957), Alfonso de Portago (1928-1957) e Luigi Musso (1924-1958), intercalando imagens raras restauradas das corridas, locuções esportivas da época e depoimentos atuais de familiares e amigos dos pilotos vítimas dos acidentes fatais.
Nesse mundo próprio destacou-se a figura de Enzo Ferrari, patriarca da marca, a quem o filme homenageia. Era um competidor nato que brigava por recordes dos seus possantes, um homem odiado por uns, elogiado por outros, responsável por revolucionar as corridas. Também dá enfoque na amizade dos pilotos Peter Collins e Mike Hawthorn, ambos falecidos em acidentes de carro.
Um filme marcante, sombrio, que nos leva a refletir sobre o limite entre o homem e a máquina, de competidores dispostos a tudo, que viviam numa linha tênue entre a vida e a morte, dentro de carros engenhosos superando a velocidade.
POR FELIPE BRIDA - Blog Cinema na Web
Desidratada! Que grande tributo a Peter Collins e Mike Hawthorn <3