A história, ambientada no Recife contemporâneo, entre uma Quarta-Feira de Cinzas e o domingo pós-carnaval, mostra o readaptar-se de uma cidade após os quatro dias de catarse de Momo.
Fazer uma critica a esse filme ao mesmo tempo meche com uma birra social vigente a minha carcaça, ja fui bem mais tolerante, hoje com a quantidade de coisas de um analfabetismo cognitivo pungente nessa sociedade emergente na nova síntese sociológica brasileira, que seja uma parcela da população, me deixou com a idade repugnado...
Gostei do cerne policial que nao curte policia, investigando o caso da francesa, misturado a recife pôs folia, Irandhir sem duvida e um ótimo ator, esse cerne deixou o filme mais palatável...Mas as viagens comunista maconheiro, o forte apelo "policial e tudo fascista" latente, principalmente com o tal dracma, que parece com alguns youtobers foice martelo, e o grupo de jovens progressistas (igual a uma penca de estudantes de faculdade federais) "ain na argentina pode transar na mesa do restaurante"...na atual conjuntura politica social , nao desce mais..soa como mais um diretor da turminha tropicalista o Brasil deveria ser socialista a todo modo e quem pensa ao contrario e bolsominion facista..e sinceramente se fosse um diretor extrema direita fazendo um filme com pegada conservadora demais patria familia e blablabla minha critica seria a mesma...e algo que como diria os antigos empapuça...
Não tenho mais saco para esse tipo de abordagem, o elenco jovem e seu obaoba modernoso me soa indigesto forçado e extremamente militante empurrando uma realidade que nao é a brasileiro como algo que você e obrigado a aceitar para parecer uma pessoa madura...é um filme difícil de fato para criar minha critica...
Acho que o problema desse filme tá no muito tempo de tela dado aos "jovens poliamor" e o pouco espaço que tem o plot principal + o arco do policial do Irandhir Santos - Pelos comentários abaixo vejo que a maioria também acha ele a melhor coisa do filme.
- Os problemas que ele teve com os amigos/familia e a ex-esposa da qual ele ainda ama deixam um gostinho de curiosidade no espectador e poderiam ter sido facilmente explorados em mais um tempinho de tela.
- O lado "poético" dos monólogos e "critíco" do "podcast" também não agregam em nada ao filme. A poesia natural dos
diálogos entre pai e filho, e a critica aplicada em momentos como o do topless na praia são bem mais eficientes do que os citados acima.
Agora, a construção das ambiências e do cotidiano durante e pós-carnaval são maravilhosos velho!
O filme consegue capturar muito bem o lado humano e visceral do Carnaval de Recife - aquele que não é mostrado nas capas do G1, Uol e feeds de Instagram - onde reina toda aquela cor, "amor" e alegria.
Outro ponto alto tá na construção e complexidade do personagem do já elogiado Irandhir Santos.
Ele é um investigador que não gosta de polícia, sua personalidade as vezes é quase de um ativista, mas como ele ama investigação, opta por ser um policial que, como é mostrado em vários momentos do longa é visto como um despota fascista por determinado setor da sociedade.
No final das contas resume apenas aquilo que deveria ser entendido por toda a população brasileira: Que por debaixo daquela farda, distintivo e instituição, o que existe é apenas um ser humano - seja ele bom, seja ele ruim.
- 8/10 - meu sonho, ficar em uma varanda com o Irandhir, fumando maconha e trocando uns papos cabeça - monte de gente insuportavel falando mal do brasil e que os outros paises são melhor, VSF - é meio jogado mas curti a ideia do dracma
22.10.2025
Irandhir é um deus taqueupariu viu, bom filme pra rasga o cu de conservador amo isso no cinema nacional sauhuhsauhsauh
Fazer uma critica a esse filme ao mesmo tempo meche com uma birra social vigente a minha carcaça, ja fui bem mais tolerante, hoje com a quantidade de coisas de um analfabetismo cognitivo pungente nessa sociedade emergente na nova síntese sociológica brasileira, que seja uma parcela da população, me deixou com a idade repugnado...
Gostei do cerne policial que nao curte policia, investigando o caso da francesa, misturado a recife pôs folia, Irandhir sem duvida e um ótimo ator, esse cerne deixou o filme mais palatável...Mas as viagens comunista maconheiro, o forte apelo "policial e tudo fascista" latente, principalmente com o tal dracma, que parece com alguns youtobers foice martelo, e o grupo de jovens progressistas (igual a uma penca de estudantes de faculdade federais) "ain na argentina pode transar na mesa do restaurante"...na atual conjuntura politica social , nao desce mais..soa como mais um diretor da turminha tropicalista o Brasil deveria ser socialista a todo modo e quem pensa ao contrario e bolsominion facista..e sinceramente se fosse um diretor extrema direita fazendo um filme com pegada conservadora demais patria familia e blablabla minha critica seria a mesma...e algo que como diria os antigos empapuça...
Não tenho mais saco para esse tipo de abordagem, o elenco jovem e seu obaoba modernoso me soa indigesto forçado e extremamente militante empurrando uma realidade que nao é a brasileiro como algo que você e obrigado a aceitar para parecer uma pessoa madura...é um filme difícil de fato para criar minha critica...
Acho que o problema desse filme tá no muito tempo de tela dado aos "jovens poliamor" e o pouco espaço que tem o plot principal + o arco do policial do Irandhir Santos - Pelos comentários abaixo vejo que a maioria também acha ele a melhor coisa do filme.
- Os problemas que ele teve com os amigos/familia e a ex-esposa da qual ele ainda ama deixam um gostinho de curiosidade no espectador e poderiam ter sido facilmente explorados em mais um tempinho de tela.
- O lado "poético" dos monólogos e "critíco" do "podcast" também não agregam em nada ao filme. A poesia natural dos
diálogos entre pai e filho, e a critica aplicada em momentos como o do topless na praia são bem mais eficientes do que os citados acima.
Agora, a construção das ambiências e do cotidiano durante e pós-carnaval são maravilhosos velho!
O filme consegue capturar muito bem o lado humano e visceral do Carnaval de Recife - aquele que não é mostrado nas capas do G1, Uol e feeds de Instagram - onde reina toda aquela cor, "amor" e alegria.
Outro ponto alto tá na construção e complexidade do personagem do já elogiado Irandhir Santos.
Ele é um investigador que não gosta de polícia, sua personalidade as vezes é quase de um ativista, mas como ele ama investigação, opta por ser um policial que, como é mostrado em vários momentos do longa é visto como um despota fascista por determinado setor da sociedade.
No final das contas resume apenas aquilo que deveria ser entendido por toda a população brasileira:
Que por debaixo daquela farda, distintivo e instituição, o que existe é apenas um ser humano - seja ele bom, seja ele ruim.
- 8/10
- meu sonho, ficar em uma varanda com o Irandhir, fumando maconha e trocando uns papos cabeça
- monte de gente insuportavel falando mal do brasil e que os outros paises são melhor, VSF
- é meio jogado mas curti a ideia do dracma