O filho de um caudilho portenho e o processo de declínio de sua admiração pelo pai, no período entre a queda de Hipólito Yrigoyen e o golpe de estado de 1943.
Incrível a colaboração marital entre o diretor Leopoldo e a co-roteirista Beatriz: este enredo é ainda mais ácido, cruel, antiburguês, doloroso, violento (em sua sutileza de corrupções alinhadas em seio familiar) e austero que A CASA DO ANJO. Fiquei absolutamente impressionado com o completo domínio cênico do diretor, sem dúvida um dos mais notórios da América do Sul. Por ser leigo acerca dos eventos determinantes que permeiam a narrativa, não entendi todos os aspectos sutis do enredo, mas é um filmaço, que só melhorará quando revisto! (WPC>)
Incrível a colaboração marital entre o diretor Leopoldo e a co-roteirista Beatriz: este enredo é ainda mais ácido, cruel, antiburguês, doloroso, violento (em sua sutileza de corrupções alinhadas em seio familiar) e austero que A CASA DO ANJO. Fiquei absolutamente impressionado com o completo domínio cênico do diretor, sem dúvida um dos mais notórios da América do Sul. Por ser leigo acerca dos eventos determinantes que permeiam a narrativa, não entendi todos os aspectos sutis do enredo, mas é um filmaço, que só melhorará quando revisto! (WPC>)