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Uma série ecológica, estrelada por Angélica, que transmitia noções de cidadania, preservação da natureza, qualidade de vida, cidadania e solidariedade. O programa fazia parte de um projeto da emissora para criar produtos nacionais, de meia hora de duração, que buscassem o equilíbrio entre divertimento e educação. A implantação e supervisão estavam a cargo da Diretoria de Desenvolvimento de Projetos, sob o comando de Roberto de Oliveira.
A trama de Flora Encantada centrava na personagem Flora, vivida por Angélica, uma menina que herda uma reserva ecológica localizada no meio de uma grande cidade. Para defender sua reserva dos impulsos destrutivos da bruxa Gana Ganância (Fernanda Lobo) e seus aliados, Flora conta com a ajuda de seus amigos que eram o adolescente Gafa (Leonardo Miggiorin) e o índio Mirim (Cambiro), que tinha um apelo especialíssimo: era um indiozinho de verdade, vindo de uma reserva guarani no Espírito Santo.
Além do elenco já citado o programa contava ainda com oito bonecos confeccionados e manipulados pela equipe de Quiá Rodrigues e Renato Spinelli. Divertidos e coloridos, os bonecos encantaram não apenas pela aparência (foram bem confeccionados pelos autores dos bonecos do extinto TV Colosso) mas também por suas manias e peculiaridades. Como resistir à tagarelice de Joaninja, uma joaninha mensageira? E às confusões do Toupeira, um castor dentuço que vivia com um chapéu de escavador de mina? Ou mesmo a hilária formiga Tanachata, que parece ter sido inspirada na comediante Zezé Macedo?
Os cenários, criados por Fumi Hashimoto, apresentavam três ambientes diferentes: a floresta, a sede da reserva e a casa de Gana Ganância. Tudo fazia referencia aos desenhos animados e aos elementos de pop art, o que deu um visual diferenciado ao programa.
Quando estreou, Flora Encantada apresentava duas a três histórias curtas e independentes por dia, seguindo o formato dos desenhos animados. A partir de 21 de fevereiro de 2000, no entanto, as histórias passaram a ser semanais, acelerando o ritmo do programa. Apesar disso no mês seguinte o programa deixou de ser exibido em março de 2000.
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A ideia é boa, os bonecos são bem feitos e bem articulados, mas os cenários eu acho muito aquém do que era apresentado em Caça Talentos. Tenho a impressão que a Globo investia mais na Xuxa e não investia muito na Angélica. Mesmo sendo de baixo orçamento, dava pra ter feito no estilo de Caça Talentos. Mesmo sendo infantil, a história precisa ter coerência, mas eu achei o que acontece na série sem muita explicação. Não é contado pro público se a Flora mora na floresta ou se ela só trabalha lá. Não é contado porque a Gana Ganância não gosta dela, da floresta e dos animais. Se eu não tivesse lido a sinopse, jamais saberia que a Flora tinha herdado uma reserva ecológica. Os animais aliados da Gana Ganância, uma hora parecem ser amigos da Flora e outras não. Outra coisa ruim é o fato dos episódios terem fórmulas repetidas pra histórias diferentes, com a Angélica sempre se disfarçando pra enganar a Gana Ganância e a Ganância sempre caindo. Parece que repetiram à exaustão o plot "A Vingança de Mil Faces" de Caça Talentos.
mto chata essa
esse eu nunca curti
Tô boba Gana Ganância!!!
Primeiro!