Fogo na Canjica

1948

Fogo na Cangica

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salvando

"Durante comemoração de festa junina, padre Renato conta a história de João e Maria, dois jovens da região, para um grupo de meninas, enquanto acontecem números musicais com a participação popular. O doutor Abóbora, farmacêutico que está visitando a região, e Zé Trindade, um vagabundo das redondezas que vive de favores, também participam da festa. O padre conta às moças que João estava na Itália em virtude da guerra e que, depois de sair para uma patrulha e não voltar, fora dado como morto. Informa ainda que Maria, sua noiva, incentivada pelos pais, tornou-se noiva de outro homem, Antônio, apesar de ainda gostar de João. Maria dança a quadrilha sob os olhares atentos de Antônio. No meio da dança, ela encontra João que aparece de surpresa interrompendo a quadrilha. Todos ficam surpresos e ele conta que tinha sido ferido e preso, mas que os americanos o haviam libertado e sua demora dera-se em razão do tempo que passou nos Estados Unidos recuperando-se dos ferimentos. O coronel Fulgêncio, pai de Maria, mostra-se preocupado com a volta de João, já que vê sua filha noiva de dois homens. Antônio observa a felicidade de Maria ao ver João e vai embora deixando um bilhete ao coronel dizendo que iria deixar o caminho livre para sua filha ser feliz ao lado de seu verdadeiro amor. João e Maria se beijam diante do céu invadido por fogos de artifício."
Extraído do site da cinemateca brasileira.

Estreia Brasil:
1948
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