Millicent, uma mulher de meia idade, parece predestinada à solidão e aos cuidados de seu velho pai. Tudo muda quando ela conhece Burt, um homem mais jovem, por quem ela se apaixona loucamente. Algum tempo depois, ela descobre que ele sofre de uma doença.
Comecei o filme chorando pelo drama da solteirona, acabei dando graças a Deus por ser solteira.
Visto em 19/06/23
Drama psicológico em preto e branco da William Goetz Productions e Columbia Pictures que no Festival de Cinema de Berlim venceu o Leão de Prata de melhor diretor, Robert Aldrich (1918-1983). O roteiro foi escrito por Jean Rouverol (1916-2017) e Hugo Butler (1914-1968), embora tenha sido creditado a Jack Jevne (servindo de fachada), já que Rouverol e Butler estavam na lista negra na época do lançamento do filme.
Os créditos de abertura são mostrados sobre um fundo de ...... folhas. Joan Crawford (1904-1977) era 19 anos mais velha que Cliff Robertson (1923-2011). O título original do filme era "The way we are", mas isso foi alterado para capitalizar o sucesso da música "Autumn leaves" de Nat 'King' Cole (1919-1965), que estava desfrutando de considerável popularidade na época. O penúltimo filme lançado nos cinemas de Ruth Donnelly (1896-1982).
Clássico irresistível e perverso. Ainda assim, algumas das imagens de confusão e perda de controle, principalmente na segunda metade, são inesquecíveis. Servindo um dos atos de violência mais perturbadores da era clássica de Hollywood, ele não se limita aos horrores dos traumas psicológicos; suas composições cáusticas e coléricas evocam a raiva fervilhante e os desejos reprimidos dos sobreviventes solitários da cidade. O que devemos admirar aqui é essencialmente a precisão da direção dos atores... Joan Crawford, crua e febril como nunca antes, acariciando Cliff Robertson, um jovem frágil e travesso. Um grande filme com ótimo elenco que ficou na história do cinema.
Revendo esse filme que até beira o Interessante, mas acho que ele se perde um pouco.
Começou muito bem mas tem buracos..
O Robertson está bem no papel, mas pra mim quem leva nas costa o filme é a Grande e Inesquecível Joan Crawford. Merecia uma Nomeação ao Oscar na minha opinião, esqueci agora todas que concorreu naquele ano. Ela está muito bem, melhor que o filme. mesmo assim Recomendo o Movie
Falam muito bem desse filme. Acho que depositei expectativas demais por isso. O filme é bom, a Joan incrível como sempre, inclusive a parte da psiquiatria é bem interessante. A atuação do cliff já não gostei tanto. Gosto muito da direção mas a nota é na média.
A história soa bem datada. Gostei pela ótima atuação de Crawford (já com cerca de 50 anos) e do inexperiente Cliff Robertson. A bela canção título do filme "Autumn Leaves", com Nat ‘King’ Cole é o ápice dessa película.
O tratamento terrível com eletrochoque parece eficaz, curando os mentalmente desequilibrados, tal qual um simples resfriado.
Outra coisa que achei descabida: o drama da protagonista Mill, sofrendo com medo de que seu amado deixasse de ama-la após ficar curado.