Quando um velho aposentado no Cairo começa a aprender sobre a extinção de dinossauros, desencadeia uma série de eventos que darão à sua vida um significado renovado.
Que filme fofo <3 No início achei que seria meio paradão, mas mesmo leve, os acontecimentos vão nos prendendo e nos deixando curiosos pela conclusão. Sem deixar de lado a crítica à cultura machista.
Amei!! Meu pai tinha uma gráfica e eu tinha dez anos (2002) quando descobri a internet e um mundo de coisas novas! Achei tão fofo esse filme! E ao mesmo tempo muito sensível. O amor na terceira idade existe e deve ser respeitado! Envelhecer não é fácil e devemos todo o respeito aos idosos, estar velho não significa que não há mais o que viver! Envelhecer pode ser uma transição muito solitária. O abandono por parte dos familiares torna essa carga ainda mais pesada. Muito triste que a senhora Safia estivesse passando por tudo aquilo, sozinha. Filho escroto!
Amei o final! 💕
P.S. Eu adoro baleias e dinossauros. A curiosidade do Sr. Mahmoud pelos dinossauros, me fez ver a criança que ainda existia nele. 😊
Vi este filme de maneira apressada, numa situação de nervosismo prévio e, gradualmente, vi-me encantado por sua narrativa leve, acalmado por seu ritmo gracioso e pela ingenuidade benfazeja dos personagens. Há uma evidente desconexão nos diálogos, mas isso funciona como defesa dos conchavos geracionais, dos entrelaçamentos afetivos que não são estanques, que devem abrir-se ás diferenças, às renovações e ao respeito da inteligência particular dos mais velhos. É quase rohmeriano em seu desenvolvimento dos encontros cotidianos, um filme-coral fofíssimo, que aproveita uma oportunidade inspirada para declarar o seu amor ao cinema e fisgar-nos definitivamente: muito bom! (WPC>)
Que filme fofo <3
No início achei que seria meio paradão, mas mesmo leve, os acontecimentos vão nos prendendo e nos deixando curiosos pela conclusão. Sem deixar de lado a crítica à cultura machista.
Amei!!
Meu pai tinha uma gráfica e eu tinha dez anos (2002) quando descobri a internet e um mundo de coisas novas! Achei tão fofo esse filme! E ao mesmo tempo muito sensível. O amor na terceira idade existe e deve ser respeitado! Envelhecer não é fácil e devemos todo o respeito aos idosos, estar velho não significa que não há mais o que viver!
Envelhecer pode ser uma transição muito solitária. O abandono por parte dos familiares torna essa carga ainda mais pesada. Muito triste que a senhora Safia estivesse passando por tudo aquilo, sozinha. Filho escroto!
Amei o final! 💕
P.S. Eu adoro baleias e dinossauros. A curiosidade do Sr. Mahmoud pelos dinossauros, me fez ver a criança que ainda existia nele. 😊
Não deixemos nossa criança interior morrer!
Vi este filme de maneira apressada, numa situação de nervosismo prévio e, gradualmente, vi-me encantado por sua narrativa leve, acalmado por seu ritmo gracioso e pela ingenuidade benfazeja dos personagens. Há uma evidente desconexão nos diálogos, mas isso funciona como defesa dos conchavos geracionais, dos entrelaçamentos afetivos que não são estanques, que devem abrir-se ás diferenças, às renovações e ao respeito da inteligência particular dos mais velhos. É quase rohmeriano em seu desenvolvimento dos encontros cotidianos, um filme-coral fofíssimo, que aproveita uma oportunidade inspirada para declarar o seu amor ao cinema e fisgar-nos definitivamente: muito bom! (WPC>)