Uma adolescente transviada e uma assassina serial fogem de uma prisão juvenil,e fazem uma viagem destrutiva para o México nesta versão do conto de fadas "João e Maria".
Eu acho fascinante esses filmes sobre amadurecimento, da virada do milênio... Há algo de sujo, sombrio... parece diferente de tudo q é feito hoje. Principalmente desses filmes polidos e saturados do padrão A24. Freeway se fosse protagonizado por homem, teria uma duzentas continuações, fato! Esses dois filmes, me trouxeram uma montanha russa de sentimentos, e eu valorizo muito isso. Eles quebram a barreira entre a critica social e o exagero, e por isso é maravilhoso.
Ótima sequência! Natasha Lyonne sem dúvidas é muito mais badass que a Reese! Se o primeiro flerta gostoso com o conto da Chapéuzinho Vermelho aqui brincam deliciosamente com "João & Maria". De brinde Vincent Gallo todo travestido.
Uma sequência frenética de situações loucas, humor bizarro, doideira total, mas o desfecho fechou como uma especie de redenção, e eu gostei disso. Natasha Lyonne sempre em projetos insanos até os dias atuais, gosto dela.
Se desprendeu bastante da fórmula do primeiro longa e por isso acho muito melhor. A introdução do conto João e Maria ser bem mais sutil do que o da Chapeuzinho Vermelho no primeiro filme, a pegada trash com mais liberdade e a própria Lyonne (que eu não reconheci no filme). Esses foram os ponto que fizeram o filme se destacar, em relação a primeira metragem ou em relação a outras obras audiovisuais qualquer.
Eu acho fascinante esses filmes sobre amadurecimento, da virada do milênio... Há algo de sujo, sombrio... parece diferente de tudo q é feito hoje. Principalmente desses filmes polidos e saturados do padrão A24.
Freeway se fosse protagonizado por homem, teria uma duzentas continuações, fato! Esses dois filmes, me trouxeram uma montanha russa de sentimentos, e eu valorizo muito isso. Eles quebram a barreira entre a critica social e o exagero, e por isso é maravilhoso.
Natasha Lyonne musa eterna!
Ótima sequência! Natasha Lyonne sem dúvidas é muito mais badass que a Reese! Se o primeiro flerta gostoso com o conto da Chapéuzinho Vermelho aqui brincam deliciosamente com "João & Maria". De brinde Vincent Gallo todo travestido.
Muito inferior ao original.
Uma sequência frenética de situações loucas, humor bizarro, doideira total, mas o desfecho fechou como uma especie de redenção, e eu gostei disso. Natasha Lyonne sempre em projetos insanos até os dias atuais, gosto dela.
Se desprendeu bastante da fórmula do primeiro longa e por isso acho muito melhor. A introdução do conto João e Maria ser bem mais sutil do que o da Chapeuzinho Vermelho no primeiro filme, a pegada trash com mais liberdade e a própria Lyonne (que eu não reconheci no filme). Esses foram os ponto que fizeram o filme se destacar, em relação a primeira metragem ou em relação a outras obras audiovisuais qualquer.