Partindo do príncipio da subjetividade a construção da idéia é excelente, uma abordagem que se insere na coexistência atual ( redundância ), mas que não é nenhuma novidade. A raiz do suposto conflito da abordagem do filme não foi iminente, nem destrinchado, se o fosse, daria muito pano pra manga no âmbito emocional e dramático. Contudo, um bom filme, e com planos de câmera envolventes.
French Dirty, filme dirigido por Jesse Allain-Marcus e Wade Allain-Marcus, é um filme bastante frustrante. Explico: na maior parte do tempo, o roteiro escrito por Wade Allain-Marcus e Peter Hagen nos faz crer num conflito que a personagem principal passa, quando, na realidade, o conflito nunca existiu e a dúvida nunca foi relevante o suficiente para fazer com que Vincent (Wade Allain-Marcus) realmente tivesse coragem de enfrentar tudo e todos para viver um amor arriscado.
A linha narrativa do filme é muito interessante. Existe uma alternância entre o passado, o presente e a possibilidade de futuro de Vincent, na medida em que ele confronta o seu amor passado, o amor presente e o amor que ele acredita poder ser o seu futuro, fazendo uma grande autoanálise sobre quem ele é, as pessoas que fazem parte de sua vida e os acontecimentos que o fizeram chegar até aquele momento, em que ele tem que tomar uma decisão que pode mudar toda a sua trajetória.
A estética de French Dirty também chama a atenção. O filme tem uma aura indie, com uma câmera bastante presente, quase como se fosse a testemunha principal de todos os elementos que fazem parte da vida de Vincent, de forma a tentar nos colocar no lugar da personagem e no mundo em que ele se encontra. Uma pena que, como dissemos no início da nossa resenha crítica, esse filme acabe sendo muito frustrante. É um daqueles casos em que a embalagem é mais interessante do que o conteúdo.
Partindo do príncipio da subjetividade a construção da idéia é excelente, uma abordagem que se insere na coexistência atual ( redundância ), mas que não é nenhuma novidade. A raiz do suposto conflito da abordagem do filme não foi iminente, nem destrinchado, se o fosse, daria muito pano pra manga no âmbito emocional e dramático.
Contudo, um bom filme, e com planos de câmera envolventes.
French Dirty, filme dirigido por Jesse Allain-Marcus e Wade Allain-Marcus, é um filme bastante frustrante. Explico: na maior parte do tempo, o roteiro escrito por Wade Allain-Marcus e Peter Hagen nos faz crer num conflito que a personagem principal passa, quando, na realidade, o conflito nunca existiu e a dúvida nunca foi relevante o suficiente para fazer com que Vincent (Wade Allain-Marcus) realmente tivesse coragem de enfrentar tudo e todos para viver um amor arriscado.
A linha narrativa do filme é muito interessante. Existe uma alternância entre o passado, o presente e a possibilidade de futuro de Vincent, na medida em que ele confronta o seu amor passado, o amor presente e o amor que ele acredita poder ser o seu futuro, fazendo uma grande autoanálise sobre quem ele é, as pessoas que fazem parte de sua vida e os acontecimentos que o fizeram chegar até aquele momento, em que ele tem que tomar uma decisão que pode mudar toda a sua trajetória.
A estética de French Dirty também chama a atenção. O filme tem uma aura indie, com uma câmera bastante presente, quase como se fosse a testemunha principal de todos os elementos que fazem parte da vida de Vincent, de forma a tentar nos colocar no lugar da personagem e no mundo em que ele se encontra. Uma pena que, como dissemos no início da nossa resenha crítica, esse filme acabe sendo muito frustrante. É um daqueles casos em que a embalagem é mais interessante do que o conteúdo.
Passa o tempo inteiro forçando pra ser indie e confundindo os espectadores com o tempo, acaba sem se aprofundar em nada.