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Data de lançamento
13 Nov. 2016Duração
Eduardo Gonçalves é um jornalista ambicioso, que tem sua vida transformada após receber um e-mail que contém informações sobre a região fictícia de Adelaide. Um local onde supostamente estariam ocorrendo sacrifícios humanos, numa especie de seita macabra em nome de uma entidade.
Três dias após se aventurar pela região de Adelaide, Eduardo retorna de suas investigações completamente conturbado e sem provas que sustentassem suas historias.
Um grupo de jornalistas independentes decidem dar continuidade nas investigações de Eduardo, na esperança de descobrir o que de fato acontece naquela região.
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Todos sabemos como é difícil fazer cinema no Brasil, principalmente de terror, por isso não irei criticar aspectos técnicos e a atuação em um filme amador porque seria injusto. Enfim, se você não gostou de A Bruxa de Blair então nem comece a assistir Frenesi, porque tanto o primeiro terço do filme como a parte expositiva são identicas à Bruxa de Blair, apenas trocando nomes (Adelaide é Blair). Frenesi começa a ficar interessante quando começa a se distanciar de sua inspiração no início da segunda parte e surge a inovação desta produção: unir duas linhas temporais de found footage, criando narrativas paralelas que convergem em um resultado interessante. Porém, se vocẽ não gostou de A Bruxa de Blair e nem tem interesse em produções nacionais, não recomendo, porque as atuações, apensar dos atores estarem dando o seu melhor no projeto, sozinhas, não seguram o interesse do espectador
Bom found footage, embora "pegue" muita coisa de "A Bruxa De Blair", ele traz algumas diferenças, como uma história mais complexa, além de contá-la de forma não linear (uma ótima decisão). É difícil um found footage contar uma boa história sem soar muito forçado, afinal são gravações em primeira pessoa, mas este consegue realizar isto bem. O elemento "Slender" poderia ser descartado por qualquer outro ser, parecendo ser apenas uma decisão comercial. Aparentemente os diálogos foram em algumas partes improvisados e na maioria das vezes não funcionam, sendo culpa dos atores, que gaguejam e pensam demais antes de improvisar, embora nos momentos mais de terror eles se saem mais eficientes em suas performances.
Recomendo se você gostar de found footage ou se tiver curiosidade pelo terror nacional.