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Em seu leito de morte, a pintora Frida Kahlo (Ofelia Medina) relembra sua vida. Em sua mente ela repassa situações importantes que vivenciou, como sua infância, a doença que teve, seu comprometimento político, sua agitada vida sentimental, a amizade que teve com Leon Trotsky (Max Kerlow) e com o pintor David Alfaro Siqueiros (Salvador Sánchez) e seu casamento com Diego Rivera (Juan José Gurrola).
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Achei um pouco paradão, mas a atriz Ofelia Medina lembra bem a Frida. Tem pontos positivos .
Sem ordem cronológica, com imagens de grande beleza e pouquíssimos diálogos, “Frida, Naturaleza Viva” é uma cinebiografia encantadora sobre a vida e obra da grande pintora mexicana. Ofelia Medina está excelente na pele da artista. Além do físico parecido, ela coloca em evidência traços essenciais do caráter da pintora como sua valentia, sua rebeldia e sua paixão pela arte. Consegue transmitir todo o drama que Frida enfrentou e o colorido que soube dar a sua existência. Destaque para a magnífica fotografia e para a trilha sonora que rende momentos maravilhosos como o bolero “Solamente Una Vez” cantado por Frida e uma amiga na cozinha.
Delicado, poético e sutil. A história é recortada, então não esperem descobrir tudo sobre Frida, este trabalho é mais sensorial.
Leduc, simplesmente show.
Vou ver se acho este. O da Salma foi baseado na biografia mais completa que se tem da Frida, escrita por Hayden Herrera e que só foi editada em português ano passado.