When Mary Peppertree (Deanna Durbin), a White House telephone operator, breaks her engagement to marry Phillip Manning (Jeffrey Lynn), an attorney for the Justice Department, it causes a stir and encourages two new admirers, David (Don Taylor) and Tom (Edmond O'Brien), to pursue her. Mary's romantic entanglements soon become the talk of the White House and even the President of the United States and four Supreme Court justices try to play Cupid for her in this screwball comedy which marked Durbin's final screen appearance.
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O décimo primeiro filme de Deanna Durbin com melhor nota no IMDB, algo que achei meio injustiçado. É um ótimo exemplar da filmografia da atriz embora, infelizmente, tenha sido seu último filme. Deanna estava no auge da beleza e da voz, além da atuação, embora aqui ela não tenha sido tão exigida.
O humor é ótimo, ainda mais se considerarmos que não é apenas um triângulo amoroso, mas um quarteto amoroso. Além disso, funda grande parte de seu humor no absurdo, já que estamos vendo a Suprema Corte e o Presidente dos EUA gastando um tempo gigantesco na vida amorosa de uma funcionária do setor de telefonia.
Mas, o filme é divertido e imprevisível, uma boa comédia romântica, com boas músicas, como é de se esperar dos filmes de Deanna. Esses filmes da última fase da atriz, aliás, deixam um pouco mais de lado a trama de Deanna buscando vencer na vida com a música e focam mais na comédia romântica, com resultados diversos. O daqui é ótimo, como já disse.
Conta também com Deanna cantando a famosa ária Largo Al Factotum (Fígarooooooooooo), uma peça para barítonos, considerada difícil e, aqui, numa das poucas vezes que vi cantada por uma soprano, com Deanna mostrando seu talento uma última vez antes de sumir de vez de Hollywood.
Por fim, não entendi porque trataram o dono da ilha como traidor. A ilha é dele, os EUA ilegalmente tomam posse do que É DELE (por algum erro de alguém que deixou de verificar os documentos da ilha), e depois os próprios EUA negam a cidadania ao cara. Nada mais justo do que pedir uma gorda grana pelo local. Ora, se os EUA me desapropriam para construir uma estrada, tenho direito à idenização, por qual motivo aqui seria diferente? E no filme trataram como se fosse a coisa mais absurda do mundo. Os estadounidenses são estranhos.
Enfim, ótimo filme de Deanna e que, injustamente, é um dos poucos não lançados em DVD no Brasil.
Nota: 9.0.