Minha primeira experiência dentro do movimento. De fato, a narrativa corrida, cortes secos e simplicidade como um todo me empolgou bastante. Adoro filmes assim com diálogos espontâneos e contínuos. Ademais, a história é muito envolvente, mesmo que se sustentada por um fio condutor bem retílinio. Adorei, uma ótima estreia!
Apontado como filme essencial do movimento mumblecore, Funny haha me mostrou o inicio do processo que Bujalski utilizaria em outros dos seus filmes, como o meu querido e amado "Mutual appreciation (2005)". Gostei um pouco menos de Funny devido a falta da descoberta desse processo que vim a conhecer lá e não aqui. Tenho como ponto positivo o grau de empatia que Marnie provocou em mim, situações ali muito próximas da realidade feminina em lidar com algumas situações confusas até mesmo constrangedoras em relação ao mundo dos gêneros e suas relações românticas e de convivência, e tenho como ponto negativo os personagens masculinos, justamente por encontrar em mim rastros dessas próprias desventuras. Incrível como o próprio Bujalski se dispões a fazer sempre o mais chato e mais pedante dos personagens, o nerd com baixo auto estima mas também cheio de si, já é o terceiro filme que me deparo com ele vivendo esse papel, deve ser mesmo muita compatibilidade (hm). Mas não deixa de ser a vida como ela é. No mais, identifiquei mais uma vez canções do Bishop Allen e vi Justin Rice fazendo uma ponta, agora tudo me é bem mais familiar.
Minha primeira experiência dentro do movimento.
De fato, a narrativa corrida, cortes secos e simplicidade como um todo me empolgou bastante.
Adoro filmes assim com diálogos espontâneos e contínuos.
Ademais, a história é muito envolvente, mesmo que se sustentada por um fio condutor bem retílinio. Adorei, uma ótima estreia!
Apontado como filme essencial do movimento mumblecore, Funny haha me mostrou o inicio do processo que Bujalski utilizaria em outros dos seus filmes, como o meu querido e amado "Mutual appreciation (2005)". Gostei um pouco menos de Funny devido a falta da descoberta desse processo que vim a conhecer lá e não aqui. Tenho como ponto positivo o grau de empatia que Marnie provocou em mim, situações ali muito próximas da realidade feminina em lidar com algumas situações confusas até mesmo constrangedoras em relação ao mundo dos gêneros e suas relações românticas e de convivência, e tenho como ponto negativo os personagens masculinos, justamente por encontrar em mim rastros dessas próprias desventuras. Incrível como o próprio Bujalski se dispões a fazer sempre o mais chato e mais pedante dos personagens, o nerd com baixo auto estima mas também cheio de si, já é o terceiro filme que me deparo com ele vivendo esse papel, deve ser mesmo muita compatibilidade (hm). Mas não deixa de ser a vida como ela é. No mais, identifiquei mais uma vez canções do Bishop Allen e vi Justin Rice fazendo uma ponta, agora tudo me é bem mais familiar.
muito bom!
o filme grita friendzone em vários momentos
e quantos homens garotos idiotas!
me incomodou o tanto de cenas com a câmera tão próxima dos atores. mas entendo o estilo.
muito bom!
o filme grita friendzone em vários momentos
e quantos homens garotos idiotas!
me incomodou o tanto de cenas com a câmera tão próxima dos atores. mas entendo o estilo.
Não recomendado para maiores de 20 e menores de 30 anos que estão meio sem rumo na vida, só tentando suportar um dia de cada vez.