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Duração
A vida de Gandu está realmente o deixando nervoso: ele mora com a mãe, que o irrita muito; o apartamento pertence ao namorado dela, que vem todos os dias apenas para transar. Ele passa o tempo assistindo pornografia ou vagando pelas ruas. O pouco dinheiro que tem, é roubando regularmente do namorado da mãe. A única coisa que ele acha emocionante são os raps que escreve. Tudo muda quando ele conhece Riksha, que tem uma queda por Bruce Lee e um bom estoque de drogas. À medida que eles se drogam juntos, o excesso e a queda se sucedem.
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Que gratíssima surpresa: uma espécie de versão indiana da típica safra tiradentina, com ótima trilha sonora (a faixa-título é viciante) e um protagonista angustiante e bonito, que se expõe em e cenas corajosas de sexo e masturbação. A montagem é frenética, como se espera do tema, e há bastante homoerotismo após a entrada em cena do personagem Riquixá, mas o filme fica menos interessante quando a mãe relapsa do protagonista está em cena. Achei uma delícia de filme, rebelde e subversivo. Irei revê-lo, empolgado, com certeza. Quem diria que uma jóia bruta como esta estaria disponível no catálogo Netflix! (WPC>)
Digamos que esse filme desconstrói tudo que o cinema já criou, pois vou te contar...
QUE LOUCURA!
Detalhe importante: Venere o Lee.
Gandu foi uma surpresa. Ele ganha pontos por tentar algo diferente, por vezes surrealista, metalinguístico e sem pudor. Tem muitos momentos hilários justamente pelo nonsense.
Bom em retratar um sentimento de abandono, desespero, tédio e raiva, coisas que transparecem na música do protagonista.
Infelizmente o filme não possui muito ritmo, o que é bem contraditório já que a maioria do filme é filmado com muito movimento de câmera e cortes rápidos.