Acabei de assistir na mostra Cineclube Italiano promovida online pelo Instituto Italiano de Cultura de São Paulo na plataforma Belas Artes À La Carte. Fiquei na dúvida se tratava mesmo de um filme, ou se era uma competição entre os membros do elenco para ver quem conseguia falar mais rápido o máximo que pudesse sem respirar. Isso, somado a uma legenda em que o responsável pela mesma não foi generoso o suficiente para adaptar as falas pra ser possível lê-las no devido tempo de exposição, ficou bem difícil de acompanhar. Acredito que, entre o pouco que deu pra entender e a boa parte que precisei contar com a intuição, até poderia haver um filme ali, mas com personagens tão desinteressantes a única curiosidade que aquilo ali me despertava era quanto tempo faltava pra acabar. E sempre faltava muito. Desnecessária quase 2h de filme. Pra quê? O único momento bom é quando a personagem que sofre violência doméstica senta o dedo no marido agressor, mas até nisso o filme caga no pau, pois, em vez de mostrar uma mulher que acaba de se emancipar ao livrar o Planeta Terra e a si própria daquele porco de merda, preferem retratá-la como uma sociopata genérica. O humor então... Puff... É nível Globo Filmes. Consigo ver claramente uma refilmagem disso aí com um elenco formado por Tatá Werneck, Ingrid Guimarães, Miá Mello e Dani Calabresa. E isso definidamente só testemunha ainda mais contra. Nota 3 de 10.
Acabei de assistir na mostra Cineclube Italiano promovida online pelo Instituto Italiano de Cultura de São Paulo na plataforma Belas Artes À La Carte. Fiquei na dúvida se tratava mesmo de um filme, ou se era uma competição entre os membros do elenco para ver quem conseguia falar mais rápido o máximo que pudesse sem respirar. Isso, somado a uma legenda em que o responsável pela mesma não foi generoso o suficiente para adaptar as falas pra ser possível lê-las no devido tempo de exposição, ficou bem difícil de acompanhar. Acredito que, entre o pouco que deu pra entender e a boa parte que precisei contar com a intuição, até poderia haver um filme ali, mas com personagens tão desinteressantes a única curiosidade que aquilo ali me despertava era quanto tempo faltava pra acabar. E sempre faltava muito. Desnecessária quase 2h de filme. Pra quê? O único momento bom é quando a personagem que sofre violência doméstica senta o dedo no marido agressor, mas até nisso o filme caga no pau, pois, em vez de mostrar uma mulher que acaba de se emancipar ao livrar o Planeta Terra e a si própria daquele porco de merda, preferem retratá-la como uma sociopata genérica. O humor então... Puff... É nível Globo Filmes. Consigo ver claramente uma refilmagem disso aí com um elenco formado por Tatá Werneck, Ingrid Guimarães, Miá Mello e Dani Calabresa. E isso definidamente só testemunha ainda mais contra. Nota 3 de 10.