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O filme gira em torno de Kouga Saejima (Ryosei Konishi) quando ele viaja para a "Terra Prometida" para recuperar o corpo de Gajari, cumprindo um acordo feito no final de "Garo: Makai Senki". Do elenco principal da série apenas Ryosei Konishi é destaque nessa trama (apesar das participações de Ray Fujita, Shouma Yamamoto, Ozuno Nakamura, Yukijiro Hotaru, Hironobu Kageyama, e Hiroyuki Watanabe terem sido confirmadas), ao seu lado estão estrelando Yuki Kubota como Kakashi, Anna Aoi como Meru, Tetsuya Yanagihara, e Keiko Matsuzaka como Judam. Por falar em Judam, a vilã do filme que é interpretada por Keiko Matsuzaka, atriz japonesa que se destaca por seus 40 anos de carreira estrelando em filmes e séries televisivas, um detalhe interessante: Keiko está comemorando seu sexagésimo aniversário este ano. Ela ainda afirmou que se divertiu bastante com as cenas de ação, um marco para ela. A vilã Judam é a Rainha da Terra Prometida para onde Kouga viaja, sua personagem é um tanto contraditória, pois Judam apesar de ser uma vilã diabólica possui a inocência de uma menina, como pode ser isso? Curiosidade que se torna instigante por sua complexidade na personalidade da vilã que não se banaliza como os demais vilões da categoria. Aliás, tudo em Garo é atípico, podemos dizer que Keita Amemiya resolveu externalizar os seus sonhos mais selvagens e ousados diante dessa produção, com isso espera-se pelo "INESPERADO"!
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O delírio final, num poema fraco de despedida de seu maior cavaleiro.
Uma peregrinação por paisagens oníricas e encontros com seres enfraquecidos
Uma alegoria da jornada do próprio artista Keita Amemiya. Kouga, o criador/protetor, viaja por um mundo de ideias descartadas e visões bizarras (a mente de Amemiya) para criar uma obra final, mesmo que isso signifique se sacrificar e ser incompreendido pela maioria.
O filme pode ser frustrante e confuso. É mais uma série de eventos do que uma história coesa. A parte filosófica é o que salva.
Caramba, como Garo é bom! Embora a maior parte do filme seja totalmente surreal e até um pouco chato, Garo sempre consegue amarrar as pontas, de modo que toda história nova é um acrescimento em tudo que foi feito até então, e esta fecha bem a trajetória do lendário cavaleiro Makai Kouga... eu fico agradecido de tê-la acompanhado, e um pouco triste de que ela terminou (duvido que tenha na série um protagonista melhor que o Kouga). A filosofia do filme é interessante, dá uma boa reflexão sobre as coisas e sua importância, em diversos momentos eu me peguei pensando no conceito de subcriação do Tolkien. Por fim, as pernas da vez foram azuis.
Confesso que até próximo ao final eu estava decepcionado por terem inserido Garo em uma estética fantasiosa repleta de elementos que não são encontrados nas duas temporadas anteriores, o que definitivamente não estava funcionando aos meus olhos, mas o desfecho filosófico oriental começou a deixar tudo com um significado maior , me lembrou bastante o contexto exibido no filme oriental "Assombração" de 2006 no qual um mundo de abandono aguarda que alguém se lembre de objetos e elementos esquecidos pelo ser humano. A lição do final é maravilhosa e nos ensina diversos elementos do valor das coisas e do significado da existência. Mesmo não tendo combinado esteticamente, o enredo é muito legal, mas o excesso de computação gráfica e personagens chatos pesa. Saudades do Kouga
É EU VI...
Algumas coisas são boas e seguem o que a série já vinha fazendo antes.
Acrescentaram um mundo totalmente DIGITAL.
Personagens não tão carismáticos, vilã fraca, trama meio que magico de OZ.
Vê-se que é bem para o publico nipônico, com os clichês base do estilo.
Tem coisas que gostei:
1- O Kouga estar sem arma nenhuma;
2- O mar de areia re-moldando;
3- Explorar uma pequena parte do passado do Kouga e amarrando com o final do filme e da série (2º temporada) foi bom;
4- Os 3 itens dele tomarem vida e Kouga;
5- Floresta dos sem nomes é uma ideia muito boa também...
Coisas que poderiam ser melhor trabalhada:
1- Kouga sem armas foi legal, mas ver que ele pegou a arma de um anãozinho e ela cresceu pra se adaptar a ele, foi ruim eim...
2- Festa de dança sem dança no maior status LSD, mano, parece que você esta muito zuado vendo aquilo...
3- Veiculo parecendo coisa do Shurato, sério, que que era aquilo...
4- Só no final, bem no finzinho, lá longe que ele vira o GARO, e luta com um dragãozinho, um pokemom meu...
5- O Garo não usa quase nada de suas habilidade que vem mostrado na série toda em duras temporadas e um OVA, e ele tem muitas coisas boas que foram totalmente esquecidas...
6- Não houve aproveitamento significativo dos outros protagonistas, foram mal usados... ou nem usados se for considerar...
Vejam e tirem conclusões...
O Garo de Oz no país das maravilhas! xD
Nossa, tantos elementos de histórias tão fantásticas. Garo cada vez mais se supera.