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Três episódios:
1- “Gemidos & sussuros”: sinopse: Claudete (Claudette Joubert) sai para visitar sua amiga Ana (Neide Casagrande). Ao chegar ao seu apartamento, depara com a porta aberta; ela entra e vê que seu marido Beto (César Roberto) está fazendo amor com sua melhor amiga. Chocada, controla-se e, sem que os dois notem sua presença, sai calmamente e vai para um bar, onde começa a beber. Embriagada, passa a noite com o garçom. Este a leva para o seu sítio. No dia seguinte, Beto chega e os dois discutem violentamente. Após mútuas agressões verbais, fazem as pazes e perdoam-se mutuamente.
2- “A casa dos prazeres proibidos”: sinopse: Mário (Laerte Calicchio) casou-se com a Condessa Marina (Fabíola Fayane), uma linda garota, mas louca por sexo em todas as suas formas. Seu marido nem ligava para ela e lhe dava toda liberdade, pois o que ele realmente queria era sua fortuna. Mário bolou um plano maquiavélico: contratou um casal de amigos que também gostavam desse tipo de sexo e montou um porão na mansão de Carol, uma sala de torturas, com a finalidade de atender aos casais que ali frequentavam, em busca de prazeres violentos. Colocado o plano em ação, o casal convidou a Condessa para participar de uma noitada de sexo em grupo naquela sala tétrica, onde o sexo e a tortura se aliavam, para poder assim matá-la de uma maneira diferente. Por várias vezes a Condessa participou dessa orgia, até que ela foi assassinada durante um ato sexual, cumprindo assim, o estranho e diabólico plano de Mário.
3- “Corpos ardentes”: sinopse: Teca (Teka Lanza), uma lésbica, para saciar seu instinto sexual, faz sexo com homens, mulheres e todos os tipos de animais. Sua amiga Márcia (Márcia Ferro), que também é louca por animais, participa de suas loucuras e as duas vivem as mais bizarras e inconseqüentes fantasias sexuais.
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Raffaele Rossi é, de longe, um dos mais desagradáveis e ininspirados realizadores da Boca do Lixo paulistana: seu senso oportunista e mau gosto rendem filmes execráveis, não obstante converterem-se em sucessos imerecidos de bilheteria. Para além de seus problemas compositivos e de sua mediocridade elementar, seus filmes eram minimamente assistíveis. O mesmo sendo dito acerca do primeiro episódio desta obra aqui - que, de bergmaniana, não tem nada! - mas, à medida que o filme avança, ele declina tanto que beira o nocivo, o patológico: o segundo episódio tenta capitalizar em cima de uma trama digna de Edgar Allan Poe, mas pessimamente atuada e entupida de sexo, e o último episódio, com elenco bonito e eroticamente promissor, redunda em cenas absurdas e nojosas de bestialismo, em que um coitado de um cachorro que só queria brincar é obrigado a se submeter a uma tortuosa e demorada sessão de felação. desagradabilíssimo: fiquei tão negativamente impressionado que não consegui dormir após a sessão. O filme pornográfico mais broxante que já vi! (WPC>)