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Sinopse
Na Londres dos anos 60, Georgy (Lynn Redgrave), uma jovem de 22 anos que é considerada um "patinho feio", é assediada por James Leamington (James Mason), um ricaço casado com quase 50 anos, que quer tê-la como amante.
História chata, interpretação forçada da protagonista (que na vida real deve passar o que a personagem passou, em relação a beleza de sua irmã, kkkk) os personagens masculinos um mais machista que o outro, enfim, o "humor" britânico em sua essência. Nem a beleza de Charlotte Rampling salvou o filme. Nota 4,0.
Produção inglesa indicada a 4 estatuetas no Oscar: melhor atriz, Lyn Redgrave (1943-2010), melhor ator coadjuvante, James Mason (1909-1984), melhor fotografia em preto e branco e melhor canção original; no BAFTA, mais 4 nomeações: melhor filme britânico, melhor atriz britânica, Lynn Redgrave, melhor fotografia britânica em preto e branco e melhor direção de arte britânica em preto e branco; no Globo de Ouro, mais 6 indicações: melhor filme estrangeiro, melhor ator de comédia ou musical, Alan Bates (1934-2003), melhor atriz de comédia ou musical, Lynn Redgrave, melhor canção original, melhor revelação masculina, Alan Bates, e melhor revelação feminina, Lynn Redgrave; no Festival de Cinema de Berlim, foi indicado ao Urso de Ouro de melhor filme e venceu o OCIC Award para o diretor canadense Silvio Narizzano (1927-2011).
Esta comédia e drama romântico foi baseada no romance homônimo de 1965 de Margaret Forster (1938-2016). Vanessa Redgrave desistiu do papel de Georgy pouco antes de as filmagens começarem. Em vez disso, sua irmã Lynn Redgrave escolheu o papel. Foi o 1° papel principal de protagonista de Lynn Redgrave. James Mason interpretou um personagem que tinha o mesmo nome que o seu. Este filme foi lançado um ano após a publicação de seu romance original de mesmo nome, de Margaret Forster.
Desempenhos fantásticos de todos os envolvidos. Direção cinética, fotografia nítida em preto e branco, música pop, realismo urbano, questões sociais e atitudes contemporâneas em relação ao sexo. Charlotte Rampling nunca esteve tão linda e sensual como nesse filme. Alan Bates tem um papel impagável e 'rouba' em todas as cenas que aparece. Sua cena de nudez acabou sendo cortada em algumas versões por algum projetista pudico.
Não é ruim. Mas não é o meu tipo de filme
um filme divertido e maluco, mas bom.
Não levar em consideração o comentário do militante abaixo.
História chata, interpretação forçada da protagonista (que na vida real deve passar o que a personagem passou, em relação a beleza de sua irmã, kkkk) os personagens masculinos um mais machista que o outro, enfim, o "humor" britânico em sua essência. Nem a beleza de Charlotte Rampling salvou o filme. Nota 4,0.
Produção inglesa indicada a 4 estatuetas no Oscar: melhor atriz, Lyn Redgrave (1943-2010), melhor ator coadjuvante, James Mason (1909-1984), melhor fotografia em preto e branco e melhor canção original; no BAFTA, mais 4 nomeações: melhor filme britânico, melhor atriz britânica, Lynn Redgrave, melhor fotografia britânica em preto e branco e melhor direção de arte britânica em preto e branco; no Globo de Ouro, mais 6 indicações: melhor filme estrangeiro, melhor ator de comédia ou musical, Alan Bates (1934-2003), melhor atriz de comédia ou musical, Lynn Redgrave, melhor canção original, melhor revelação masculina, Alan Bates, e melhor revelação feminina, Lynn Redgrave; no Festival de Cinema de Berlim, foi indicado ao Urso de Ouro de melhor filme e venceu o OCIC Award para o diretor canadense Silvio Narizzano (1927-2011).
Esta comédia e drama romântico foi baseada no romance homônimo de 1965 de Margaret Forster (1938-2016). Vanessa Redgrave desistiu do papel de Georgy pouco antes de as filmagens começarem. Em vez disso, sua irmã Lynn Redgrave escolheu o papel. Foi o 1° papel principal de protagonista de Lynn Redgrave. James Mason interpretou um personagem que tinha o mesmo nome que o seu. Este filme foi lançado um ano após a publicação de seu romance original de mesmo nome, de Margaret Forster.
Desempenhos fantásticos de todos os envolvidos. Direção cinética, fotografia nítida em preto e branco, música pop, realismo urbano, questões sociais e atitudes contemporâneas em relação ao sexo. Charlotte Rampling nunca esteve tão linda e sensual como nesse filme. Alan Bates tem um papel impagável e 'rouba' em todas as cenas que aparece. Sua cena de nudez acabou sendo cortada em algumas versões por algum projetista pudico.
Fiquei boquiaberto com a beleza da Charlotte Rampling no filme,