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Elizabeth Wurtzel (Christina Ricci) é uma brilhante estudante, que tem planos de estudar Jornalismo na conceituada universidade de Harvard. Entretanto problemas familiares fazem com que Elizabeth entre em profunda depressão, o que coloca seus planos em risco. Aos poucos suas noites de trabalho, sempre regadas a drogas, e sua instabilidade emocional a afastam de Ruby (Michelle Williams), sua melhor amiga, e também de seu namorado. Decidida a procurar ajuda profissional, Elizabeth marca uma consulta com a Dra. Diana Sterling (Anne Heche), que lhe receita o antidepressivo Prozac.
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Me engatilhou horrores pois em alguns momentos me vi na protagonista, principalmente em buscar qualquer coisa pra aliviar a dor que está por dentro. Achei um bom retrato da depressão e como afeta também afeta as pessoas ao redor que convive com alguém com essa doença.
Li que foi uma maior b.o pra esse filme ser lançado.
Vendo por recomendação da Raisa Horo.
PS: Aquela nudez gratuita no início tenho certeza que tem dedo do seboso do Weinstein. Miramax né meus amigos 🙄
e um filme que trás sentimentos reprimidos não e atoa que os críticos lidaram como " real demais"
Legalzinho mas não me conquistou.
pensei que o filme abordaria mais os efeitos do prozac, mas mostra muito pouco, focam mais no antes. até entendo a dor da protagonista, ela realmente teve muita raiva e culpa acumulada, massacrada pela relação dos pais. não a vejo como borderline como as pessoas comentaram, mas uma pessoa extremament machucada como ela aborda várias vezes que sente como se viver fosse dolorido e que via vida dessa forma e por isso viveu a juventude sempre na defensiva, querendo controlar e se proteger dos outros para não doer mais, não que justifique as atitudes que chama de crueldades, mas ela também era cruel com ela mesma assim como a amiga diz em algum momento, o abuso das drogas e a tentativa de ser aquilo que a mãe dela deseja, quando ela se coloca nesse lugar de pessoa desquerida, ela repete o papel de filha desquerida porque não é o desejada pela mãe e nem pelo pai, ela atua o papel de pessoa odiosa e se torna odiosa por todos a sua volta, confirmando o suposto lugar de não amada pelos pais. ainda não entendi se é uma crítica ao medicamento, quando ela se questiona na terapia que se sente outra pessoa e que seus sentimentos estão sendo massacrados e também quando a mãe se acidenta ela diz que é a primeira vez que não tinha lágrimas para chorar, não gostei da resposta da psiquiatra que diz que era falta de costume com a nova pessoa que ela estava se tornando, acho isso apagamento de identidade e fez parecer uma romantização. não que o medicamento seja desnecessário no caso dela, porque a conseguiu deixá-la mais calma e domar as emoções que ela sentia de forma exagerada, mas ao mesmo tempo me pergunto, qual seria o problema em sentir demais? acho que o limite deve ser quando isso se torna um ferimento, tanto ao outro, quanto você mesmo, mas é importante o uso de forma responsável, até porque entrar na lógica do silenciamento do sujeito é muito perigoso no sistema capitalista...
Nada demais..