Quando os alemães marcham em Praga, o inventor Dr. Bomasch foge para a Inglaterra. Sua filha Anna escapa da prisão para se juntar a ele, mas a Gestapo consegue raptar os dois, e os trás de volta para Berlim. O agente do serviço secreto britânico Gus Bennet segue disfarçado como um oficial do exército alemão. Sua tática é a de não ser desagradável e fingir conquistar Anna para a causa alemã.
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A direção é bastante elegante bem como o bom uso do P&B mas confesso que em certo ponto a trama deixou de me interessar e levei tudo no modo automático. RAzoável. Impressão minha ou a cena final inspirou Grande Hotel Budapeste?
Co-produção anglo-estadunidense que é um drama romântico e suspense de guerra em preto e branco da Twentieth Century Fox, 20th Century-Fox Productions e 20th Century Fox Film Company indicado ao Oscar de melhor história original. O filme foi baseado no conto de 1939 "Report on a fugitive", de Gordon Wellesley (1894-1980). Este é um spin-off de A mulher oculta (38), de Hitchcock, que segue o filme.
Paul Henreid (1908-1992) foi listado como Paul von Hernried nos créditos, seu nome artístico original. Até 2011, este filme não havia sido lançado na Alemanha. Geralmente considerado o 1° filme de cinema em que um ator interpretou Adolf Hitler, o astro do music-hall inglês Billy Russell (1893-1971) interpretou o ditador alemão em um papel não creditado. Estréia cinematográfica de Hugh Griffith (1912-1980). O último dos 7 filmes que Margaret Lockwood (1916-1990) fez com o diretor Sir Carol Reed (1906-1976). Os outros foram Midshipman easy (35), Who’s your lady friend? (37), Fim de semana atribulado (38), Garotas apimentadas (39), Sob a luz das estrelas (40) e Ré inocente (40).
É um filme muito divertido, com atuações maravilhosas, charme e contenção, apesar dos diálogos em demasia. E é uma chance de ver um grande diretor desenvolver as habilidades que mais tarde usaria com tanto brilhantismo. Um filme com intrigas de espionagem, sequências de perseguição precipitada e uma generosa dose de humor espirituosa e provocativa aos nazistas. Mas Carol Reed fez filmes muito melhores que esse.
O clima de tensão funciona com o tom bélico, em P & B, do início da 2ª WWW.
Porém as tiradinhas britânicas datam a trama elevando o mofo.
Henreid sempre muito bem. Rex, convicto, Todo mundo falando inglês é um exagero dramático que perdeu o fôlego.
Indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original. Filme lançado durante a guerra que já mostra vários elementos que não estavam só na ficção: um campo de concentração de prisioneiros e a guerra fria entre as potências por cientistas e tecnologia, tudo isso em um clima no melhor estilo de livros do Graham Greene ou John le Carré. O clima do filme, mesmo com situações forçadas em vários momentos, funciona perfeitamente bem, te envolve, cria apreensões e situações cômicas dignas de um filme do Billy Wilder. Achei que faltou mais enredo para a personagem da Margaret Lockwood, que só serve de muleta como figura feminina para Rex Harrison (que está ótimo), mas eram os anos 40, nada de novo no front. A cena final é incrível e icônica. Um filme que merece ser revisto nos dias atuais, e pensar que saiu no começo da guerra, imagina vendo em um cinema na época o impacto que teve.
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Night Train to Munich é um bom drama de espionagem dirigido por Carol Reed. Este filme mistura suspense com humor britânico, o que o torna uma obra notável no gênero de espionagem da época.