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Data de lançamento
1 Ago. 1998Duração
Um adolescente apaixona-se pelo atleta mais cobiçado pelas garotas da escola. Aos 16 anos, ele tem dificuldade em entender e assumir sua sexualidade. Como uma versão inglesa das comédias de adolescentes de John Hughes dos anos 80, o filme conta a história de Steven, cuja melhor amiga é a avoada vizinha Linda (Charlotte Brittain) que é a única que sabe que ele é gay e que tem uma forte atração pelo colega da escola Dixon (Brad Gordon).
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Este filme foi uma agradável surpresa. O Steven é tão maduro e seguro mesmo com tantas questões e tudo pra coloca-lo no caminho contrário, que chega inspira. Todos os aspectos do filmes são mais admiráveis quando você olha pra o contexto histórico do filme. Super recomendo. É super gostosinho de assistir.
Tenho assistido muitos filmes LGBTs com um final feliz. Tava torcendo demais pra esse ter um também. Tô aqui todo depressivo agora. 😭😭😭😭
Gostei muito e me identifiquei muito, a trilha sonora carrega muito bem toda as nuances desde filme desde aos momentos felizes, descontraídos até os momentos tensos e dramáticos, infelizmente assim como na vida o final não é como esperamos e essa realidade dói muito, mas cada um faz sua escolha, seria interessante ter tido uma sequência.
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"Saindo do Armário 1998" é uma estória bem realista.
Personagens bem desenvolvidos
B. Silverstone, está muito bem neste filme
O filme é um bom passatempo
03.09.2023
Confesso que no começo eu pensei logo que seria um clichê. Mas aí lembrei de um detalhe: esse filme tem VINTE E CINCO ANOS. Ele é um precursor dos filmes de temática LGBTQIA+ escolar. E é emocionante. Adorei como a trama foi construída para nos puxar para a realidade de nosso sofrimento. Não é só sobre o bullying, não é só sobre a sociedade em geral, mas sobre um sentimento de solidão que nos acomete - mesmo quando estamos rodeados de pessoas que nos apóiam. É uma solidão profunda de inadequação, de medo, de rejeição, de morte. E tudo isso permanece duas décadas depois. Por exemplo, no momento em que o Congresso pauta o fim do direito à união homoafetiva, você imagina o peso que isso tem nas pessoas? O simbolismo que é o Congresso, com tantas coisas realmente importantes, se debruçar sobre esse tema? É uma mensagem de que você está errado. O filme trazer isso, gritar essa mensagem, foi impactante demais. E o conjunto de cenas finais, com Aretha Franklin cantando a liberdade e o amor-próprio, foi um abraço na alma. Eu terminei com um suspiro, um sentimento de "ei, vai dar certo." Sorria.