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Data de lançamento
24 Fev. 2021Duração
Ginny Miller (Antonia Gentry) é uma jovem de 15 anos que não se encaixa no perfil comum de sua idade e que, em várias ocasiões, se sente ainda mais madura do que sua mãe, a enérgica Georgia Miller (Brianne Howey). Georgia teve Ginny quando era adolescente e precisou trabalhar em diferentes cidades para sobreviver como mãe solteira. Agora, depois de passar por poucas e boas, Georgia está pronta para começar do zero e decide se mudar com seus filhos Ginny e Austin (Diesel La Torraca) para uma pequena cidade no estado de Massachusetts. Pela primeira vez, a introvertida Ginny tem a chance de levar uma vida social e amorosa mais convencional, bem como frequentar uma escola de prestígio e ser popular. Mas, enquanto a garota se esforça para navegar pela adolescência, o turbulento passado de sua mãe vem à tona e promete ameaçar sua recém-conquistada estabilidade.
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Gosto demais dessa primeira temporada. Acho que a série tinha potencial pra ser mais do que é. Acho que faz todo sentido do mundo ter um bando de adolescente fudido e insuportável pq, geralmente, adolescente é fudido e insuportável mesmo. Infelizmente nas temporadas seguintes todo mundo fica burro e deprimido e ninguém sabe lidar com a depressão. Ainda assim, continuarei acompanhando enquanto a série for renovada.
A primeira temporada de Ginny & Georgia apresenta-se como uma série que pretende discutir temas como amadurecimento, maternidade solo, traumas familiares e a busca por pertencimento. No entanto, um dos pontos mais controversos da narrativa é justamente sua protagonista adolescente, Ginny, cuja construção muitas vezes compromete a empatia do público.
Ginny é apresentada como uma jovem inteligente e sensível, mas rapidamente suas atitudes revelam uma personalidade marcada pela mentira, egoísmo e prepotência. A todo momento, ela engana seus amigos, manipula situações e omite informações importantes de seu namorado, enquanto se coloca como vítima das circunstâncias. Há uma incoerência evidente entre o comportamento que ela demonstra e as cobranças severas que dirige à mãe, Georgia. Em vários momentos, a crítica moral que Ginny faz às escolhas de Georgia soa hipócrita, já que a adolescente se mostra incapaz de assumir responsabilidade pelos próprios erros. Essa contradição constante torna a personagem não apenas insuportável, mas também pouco convincente como protagonista que deveria inspirar alguma identificação.
Outro aspecto que chama atenção é o desrespeito explícito de Ginny em relação à mãe. A série explora o conflito entre ambas de forma interessante, mas a postura da personagem ultrapassa o limite da rebeldia comum na adolescência: Ginny frequentemente desqualifica a mãe, a agride verbalmente e demonstra completa ingratidão, mesmo diante dos sacrifícios que Georgia faz para proteger os filhos. Essa dinâmica, longe de promover reflexão, tende a causar incômodo no espectador.
A prepotência de Ginny se expressa ainda em episódios como o da carta de recomendação, em que ela praticamente obriga o professor a assinar uma carta que ela mesma escreveu. A cena, que poderia funcionar como uma crítica ao sistema educacional ou à pressão acadêmica, acaba reforçando o traço manipulador da personagem, que utiliza seus privilégios e sua retórica para conseguir o que quer, ignorando limites éticos.
Apesar desses problemas, a série consegue manter o interesse do público por meio de sua narrativa ágil, da personalidade magnética de Georgia e dos mistérios envolvendo seu passado. Entretanto, o impacto emocional e a complexidade da história se veem prejudicados pela maneira como Ginny é escrita, criando uma protagonista difícil de acompanhar e às vezes até de tolerar.
Em síntese, Ginny & Georgia entrega uma temporada inicial envolvente, mas marcada pelo desequilíbrio na construção de sua protagonista. Ginny, ao invés de representar uma jornada de amadurecimento, parece reforçar comportamentos contraditórios e pouco empáticos, o que pode distanciar parte da audiência. Ainda assim, a força do enredo e de personagens secundários garante que a série siga despertando curiosidade — mesmo quando sua protagonista não desperta simpatia.
Gostei muito!
A Ginny é insuportável, Meu Deussss. Se eu fosse a Georgia já teria entregado ela pra esse pai folgado que só é pai quando convém, outro chato.
Austin amorzinho e Georgia é uma diva, amo que amo.
História sobre uma msol de 30 anos que age como uma adolescente e sua filha adolescente woke insuportável, o roteiro é estúpido demais, só vale pela carisma da Brianne Howey e alguns poucos momentos divertidos, não entendi o motivo do hype exagerado que essa série tem, assisti só por causa da Katie Douglas e ela aparece pouco e faz uma personagem fraca. Uma série medíocre e dispensável da netflix.
Mulheres trambiqueiras sempre terão meu tempo disponível para ver