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Sinopse
Em uma distante terra mágica, o menino Ryan, ajuda os cinco guerreiros cangurus, guardiões do Reino de Tao, a defender a última fonte da vida das más intenções do diabólico Komodo.
— Me diga, general Grilo, o roxo me cai bem? — Muito bem, senhor.
Hmmmmm kkkkkkkkk
Eu assistia muito a este filme quando era criança, mas não me lembrava de nada do enredo. Então, em uma decisão nada pensada, resolvi me aventurar nesse universo que o meu eu criança tinha gostado por algum motivo, na tentativa de descobrir o que aquela bichinha pequena viu aqui — e eu descobri kkkkkkk
Guerreiros da Virtude (1997) é um estudo antropológico que comprova que os Estados Unidos já sabiam, na época, que eram um país deficiente de cultura. Durante todo o filme, vemos um branquelo básico fascinado por kung-fu viajar para um mundo onde cinco cangurus e um mestre tentam salvar a fonte da vida do planeta de uma gay brat totalmente tekada kkkkk. E isso demonstra duas coisas: o medo e a fascinação dos States por outras culturas e por gays de chapinha.
É um filme totalmente mal editado, com um enredo péssimo e pessimamente filmado. Porém, ele cativa em alguns pontos. Os cangurus usam próteses grotescas que, ao mesmo tempo, são muito fofas, e o kung-fu parece bem coreografado — pelo menos o pouco que a gente consegue ver.
Acho que o que me fez gostar tanto dessa obra quando criança foram as atuações completamente camp. A criança básica é pessimamente interpretada por Mario Yedidia, mas cumpre seu papel de ser um branquelo estadunidense qualquer que explora a cultura alheia. Chao-Li Chi, como Mestre Chung, entrega o genérico velhinho sábio do kung-fu, mas de forma interessante e cativante. A graça do filme está nos vilões: Marley Shelton como Elysia é a loirinha que eu sempre quis ser — barbarizando em um plot de traição e vilania forçada.
Agora, a maioral, e provavelmente o motivo do meu apego, é a gay louca Komodo, interpretada magistralmente por Angus Macfadyen. MEU DEUS: os figurinos, a telecinese, a chapinha, a sombra nos olhos, os gritos doidos... ESSA GAY ESTAVA TEKADA.
Acredito que a bichinha de uns 8 anos que assistia a isso não estava nem aí pros cangurus que pareciam Tartarugas Ninjas e seu mestre. Ela queria mesmo era ser tão loirinha quanto a Elysia e tão tekada quanto a gay Komodo.
Envelheceu muito bem pra mim, é curioso que eu amo esse filme pela nostalgia que ele me entrega, mas eu dificilmente conseguiria vender a ideia de que é um bom filme... kkkkkk mas é sensacional a junção dos elementos, tem porradaria, elementos mágicos, seres bizarros, vilão afetado, tem traição e tem redenção. .
Horrível!!!
— Me diga, general Grilo, o roxo me cai bem?
— Muito bem, senhor.
Hmmmmm kkkkkkkkk
Eu assistia muito a este filme quando era criança, mas não me lembrava de nada do enredo. Então, em uma decisão nada pensada, resolvi me aventurar nesse universo que o meu eu criança tinha gostado por algum motivo, na tentativa de descobrir o que aquela bichinha pequena viu aqui — e eu descobri kkkkkkk
Guerreiros da Virtude (1997) é um estudo antropológico que comprova que os Estados Unidos já sabiam, na época, que eram um país deficiente de cultura. Durante todo o filme, vemos um branquelo básico fascinado por kung-fu viajar para um mundo onde cinco cangurus e um mestre tentam salvar a fonte da vida do planeta de uma gay brat totalmente tekada kkkkk. E isso demonstra duas coisas: o medo e a fascinação dos States por outras culturas e por gays de chapinha.
É um filme totalmente mal editado, com um enredo péssimo e pessimamente filmado. Porém, ele cativa em alguns pontos. Os cangurus usam próteses grotescas que, ao mesmo tempo, são muito fofas, e o kung-fu parece bem coreografado — pelo menos o pouco que a gente consegue ver.
Acho que o que me fez gostar tanto dessa obra quando criança foram as atuações completamente camp.
A criança básica é pessimamente interpretada por Mario Yedidia, mas cumpre seu papel de ser um branquelo estadunidense qualquer que explora a cultura alheia. Chao-Li Chi, como Mestre Chung, entrega o genérico velhinho sábio do kung-fu, mas de forma interessante e cativante. A graça do filme está nos vilões: Marley Shelton como Elysia é a loirinha que eu sempre quis ser — barbarizando em um plot de traição e vilania forçada.
Agora, a maioral, e provavelmente o motivo do meu apego, é a gay louca Komodo, interpretada magistralmente por Angus Macfadyen. MEU DEUS: os figurinos, a telecinese, a chapinha, a sombra nos olhos, os gritos doidos... ESSA GAY ESTAVA TEKADA.
Acredito que a bichinha de uns 8 anos que assistia a isso não estava nem aí pros cangurus que pareciam Tartarugas Ninjas e seu mestre. Ela queria mesmo era ser tão loirinha quanto a Elysia e tão tekada quanto a gay Komodo.
26.02.1999
Sempre que lembro digo que era muito legal, mas esses cangurus não dá
Envelheceu muito bem pra mim, é curioso que eu amo esse filme pela nostalgia que ele me entrega, mas eu dificilmente conseguiria vender a ideia de que é um bom filme... kkkkkk
mas é sensacional a junção dos elementos, tem porradaria, elementos mágicos, seres bizarros, vilão afetado, tem traição e tem redenção. .