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Gugu (Agildo Ribeiro), é um estilista homossexual, muito talentoso, porém sua mãe (Consuelo Leandro) quer ver o filho casado e realizar o sonho de ter um neto, ela recorre a uma mística charlatona, mas, de qualquer maneira, a vida de Gugu acaba virando de ponta cabeça.
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OBRA-PRIMA das pornochanchadas! Agildo Ribeiro simplesmente genial, cada comentário um melhor que o outro, como ''NOSSA SENHORA DOS ENTENDIDOS! Clóvis Bornay vai ter uma síncope/ Mulher com Mulher dá couve flor''. A caricatura da cultura gay não é jamais depreciativa, antes funcionou como denúncia: das pressões da mãe por um neto e casamento do filho e da crítica do modelo heteronormativo de educação familiar (o pai querendo ensinar o filho a ser machão), quando não há remédio para o que não precisa de cura. Rogéria MAGNÍFICA como sempre, DIVA ABSOLUTA e muito representativa como dizem hoje (vejam e comprovem). Certamente é um filme de triunfo LGBT mesmo com as limitações da época e caricaturas, por isso, muito a frente do seu tempo.
- é realmente uma enganação, o gugu liberato não aparece em momento algum
- rogéria rouba a cena!
- e o agildo ribeiro tá ótimo! consegue ser exagerado e contido ao mesmo tempo
- a dinâmica de pai e filho disfarçando é muito boa
História bobinha, e Agildo Ribeiro divertido demais no personagem principal.
As caras e bocas do Agildo são sensacionais. Quando ele abre a boca, só piora tudo. Ele era incrível.
Agido, num papel 'sou mas não quero ser' é a melhor coisa desse caomédia.
Com ´varias figuras conhceicdas da TV - Rogéria, Marlene, Nair Bello.
Registra um período e suas ideias e piadas estão presos nele.
Com boa vontade chegasse ao final.