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Data de lançamento
3 Nov. 1960Duração
O filme é um thriller de horror doméstico Um compositor de piano acaba de se mudar para uma casa de dois andares com sua esposa e dois filhos. Quando sua esposa grávida fica exausta de trabalhar em uma máquina de costura para sustentar a família, o compositor contrata uma empregada para ajudar com o trabalho em torno da casa. A empregada doméstica tem comportamento estranho, pegando ratos com as mãos, espionando o compositor e seduzindo-o.
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Clássico coreano envolvente, com elementos de suspense, thriller e tensão. Não há um personagem bom ou ruim, pois até as crianças - incluindo um moleque que é o próprio Satanás - são problemáticas. Os tópicos envolvem materialismo, infidelidade e manipulação, o que transforma aquele lar num verdadeiro inferno. Rende uma ótima sessão, com ótima direção, repleta de bons enquadramentos e zoom bem planejados.
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*Dica: A Criada (2016)
Espécie de ancestral de "Atração Fatal", mas bem mais perturbador e dantesco do que o filme de Adrian Lynne. Mas a cena final estraga a coisa toda, reduzida a uma mensagem moralista digna de desenhos animados como "He-Man" ou "She-Ra"!
não envelheceu tão bem. algumas cenas beiram o ridículo. mas tem um certo estilo e eu gostei !
Hanyo, a Empregada é um filme bem interessante. Me prendeu do início ao fim (aliás, e que final, hein?). Bom, o que posso dizer é que é um drama muito intenso e poderoso com ares até novelescos (e até certo ponto exagerados), mas a forma como é dirigido faz toda a diferença, muito mais do que a trama em si que não traz nada de tão inovador assim. A edição é extremamente dinâmica, inteligente e moderna. A composição de cada ambiente é meticulosa e a forma como os personagens interagem com os cenários é bem engenhosa. É aquele típico caso em que as imagens dizem muito mais do que as palavras. Os personagens são todos complexos e não há como dizer quem é mocinho e quem é vilão. A atmosfera sombria e tensa faz com que o telespectador mergulhe de cabeça em uma trama que trata de uma maneira muito dolorosa da destruição familiar utilizando-se de temas como ambição, conspiração, culpa, desejo, manipulação, obsessão, etc. É um grande filme, sem dúvidas.
Um terror psicológico que merecia atuações melhores. Porém, apesar destas, há coisas bastante interessantes a se dissecar nas entranhas de uma família que só pensa em juntar dinheiro para melhorar de vida - como o emprego sendo mais importante que a perda de um ente querido. Pois uma simples pergunta como "quer água?" é motivo de desorientar o espectador, tornando desconfortável cada cena seguinte gravada pelo diretor sul-coreano, mesmo as ousadas e ilógicas. Também denuncia a irresponsabilidade e o primitivismo do homem quando este pensa com o corpo, além de desacreditar a humanidade, já que todos os personagens (inclusive as crianças) são bem amorais. É tenso e sombrio do início ao fim, quando o epílogo ocorre e desconcerta muitos olhos atentos.