Um sacerdote budista quer que a filha do Daimyo torne-se sacerdotisa no Jardim Proibido. O Daimyo tem a opinião de que, se estivessem na Europa, sua filha decidiria por conta própria. Mas ele é denunciado e tem de cometer “harakiri”. Ela conhece Olaf, um oficial europeu, apaixona-se e se casa com ele, mas depois de alguns meses ele tem de regressar à Europa. Ela dá à luz um filho e espera por Olaf, enquanto ele se casa na Europa. Quando ele volta ao Japão quatro anos mais tarde, ele vem acompanhado por sua esposa europeia…
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Ah estes japoneses com cara de alemão. Brincadeira à parte, que elgal que o fritz Lang ousava em se debruçar em outras culturas tão distantes naquela época. Mas o filme é bem mais ou menos.
Infelizmente o filme que encontrei estava em péssima qualidade, e provavelmente perdeu muitas cenas, mas mesmo assim, a genialidade de um dos meus diretores favoritos de todos ainda é notado em todos os lados, o modo como é executada essa história, triste, dramática e bela é fascinante, a estética expressionista presente em todos os lados com os sempre belos cenários e produção magnífica, ainda estou para ver um filme de Fritz Lang que não me fascine!
lembrando que esse fiolme apesar de ser feito no japao ele faz parte do expressionismo alemao . o filme e bem propicio pois trata de suicidio, tambem e meio pertubador e sombrio. o desgate do filme so o torna mais sombrio em resumo recomendo muito. rs
Tive acesso à uma cópia deteriorada e picotada disponível desta raridade e pode-se perceber que muito da grandiosidade do filme foi perdida pelos cortes e pela deterioração da película. De qualquer forma, surge como uma fonte interessante de curiosidade sobre a visão asiática conservada por Lang como diretor. Sim, o filme obtem êxito no que pretende e consegue convencer em diversos momentos das situações às quais suas personagens são expostas. É um filme menor, menos megalomaníaco e talvez mais intimista. A ser melhor apreciado em uma futura restauração.
A trama difere um pouco daquilo que costuma nos emocionar em relação a esta bela lenda japonesa (fica muito estranha quando convertida ao linguajar firme teutônico), mas a direção firme e primeva de Fritz Lang compensa as firulas, as imagens são belíssimas e a atuação da protagonista é facilmente cativante. Merece ser descoberto, portanto! (WPC>)