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Sinopse
Uma mãe em dificuldades luta contra uma presença de gerações à espreita na casa de sua família, ameaçando sua segurança, sua sanidade e a vida de sua filha pequena.
Arpia: Presença Maligna não é aquele filme que chega querendo reinventar o terror. Muito pelo contrário. A sensação durante boa parte da projeção é de um suspense que promete mais do que entrega. A história acompanha a protagonista passando por situações tensas, com uma atmosfera que tenta construir medo e desconforto psicológico, mas que acaba se estendendo demais e se tornando cansativa.
O filme até flerta com o terror e o suspense, principalmente pelo que a personagem principal vive, mas falta impacto. Quase não há grandes acontecimentos, e isso faz com que a narrativa fique morna, às vezes até meio chata. É aquele tipo de filme que você assiste mais por inércia do que por estar realmente envolvido com o que está acontecendo.
Dito isso… o final muda tudo.
Eu não estava esperando absolutamente nada. Estava só assistindo, sem teorizar, sem criar expectativas. E quando o desfecho chega, ele realmente entrega. É surpreendente, bem construído e consegue deixar o espectador de boca aberta. Em nenhum momento desconfiei do que estava por trás da história, e justamente por isso o impacto funciona tão bem. O final é interessante, amarra a proposta e faz você repensar tudo o que viu antes.
No fim das contas, Arpia: Presença Maligna é um filme irregular: arrastado, pouco empolgante na maior parte do tempo, mas que se salva e se destaca pelo desfecho. Não é memorável como um todo, mas o final faz a experiência valer mais do que se imaginava no início.
Uma história completamente maluca sobre traumas e perdas, sobre memória e a perda dela. Dolorido e surpreendente.
Assistido em 05/04/2026
Arpia: Presença Maligna não é aquele filme que chega querendo reinventar o terror. Muito pelo contrário. A sensação durante boa parte da projeção é de um suspense que promete mais do que entrega. A história acompanha a protagonista passando por situações tensas, com uma atmosfera que tenta construir medo e desconforto psicológico, mas que acaba se estendendo demais e se tornando cansativa.
O filme até flerta com o terror e o suspense, principalmente pelo que a personagem principal vive, mas falta impacto. Quase não há grandes acontecimentos, e isso faz com que a narrativa fique morna, às vezes até meio chata. É aquele tipo de filme que você assiste mais por inércia do que por estar realmente envolvido com o que está acontecendo.
Dito isso… o final muda tudo.
Eu não estava esperando absolutamente nada. Estava só assistindo, sem teorizar, sem criar expectativas. E quando o desfecho chega, ele realmente entrega. É surpreendente, bem construído e consegue deixar o espectador de boca aberta. Em nenhum momento desconfiei do que estava por trás da história, e justamente por isso o impacto funciona tão bem. O final é interessante, amarra a proposta e faz você repensar tudo o que viu antes.
No fim das contas, Arpia: Presença Maligna é um filme irregular: arrastado, pouco empolgante na maior parte do tempo, mas que se salva e se destaca pelo desfecho. Não é memorável como um todo, mas o final faz a experiência valer mais do que se imaginava no início.
Uma outra versão de "Babadook"
Ps: porque caralhos ninguém acende a luz nas casas?
A mulher toma banho de banheira no escuro, mano.
É um drama misterioso que flerta com terror, e é bom sim.
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